sexta-feira, 27 de fevereiro de 2009

Almeirim vai ter posto do INEM


Os Bombeiros Voluntários de Almeirim vão ter Posto de Emergência Médica, segundo anunciou hoje a ministra da Saúde. Ana Jorge falava, em Lisboa, durante a cerimónia de entrega de 45 ambulâncias aos representantes legais dos corpos de bombeiros.
Anunciados novos Postos de Emergência Médica
14h16m

A ministra da Saúde anunciou a colocação de cinco novos Postos de Emergência Médica em corporações de bombeiros em Areosa/Rio Tinto, Sever do Vouga, Almeirim, Sertã e Sines, em Março.

Ana Jorge falava, em Lisboa, durante a cerimónia de entrega de 45 ambulâncias aos representantes legais dos corpos de bombeiros.

Durante o seu discurso, a ministra disse que a entrega destas viaturas é uma forma de o Governo dar "um sinal claro do empenho no alargamento dos meios de emergência e na cooperação com as corporações de bombeiros".

"Com a entrega destas 45 ambulâncias, equipadas com material de Suporte Básico de Vida, prossegue o esforço de renovação do equipamento do Instituto Nacional de Emergência Médica (INEM) disponibilizado junto das corporações de bombeiros que se constituem como Postos de Emergência Médica", disse Ana Jorge.

A ministra considerou esta renovação "fundamental para garantir a qualidade dos serviços prestados pelo Sistema Integrado de Emergência Médica, coordenado pelo INEM em estreita cooperação com diversas instituições, designadamente com as corporações de bombeiros".

Segundo a ministra, no ano passado foram adquiridas pelo INEM um total de 110 ambulâncias, para substituir veículos dos Postos de Emergência Médica que estavam "manifestamente envelhecidos".

"Essas ambulâncias foram sendo disponibilizadas aos corpos de bombeiros à medida que foram recebidas pelo INEM", disse.

No total, adiantou, o investimento público nesta renovação de equipamento foi de seis milhões e meio de euros.

A ministra revelou que está já a decorrer um concurso para a aquisição de mais 60 ambulâncias destinadas à renovação de Postos de Emergência Médica ou à criação de novos Postos.

"Está também em curso o concurso internacional para contratação de três novos helicópteros, que servirão zonas particularmente distantes, como são os casos de Trás-os-Montes, da Beira Interior e do Alentejo", disse.
In JN

Dia Internacional da Protecção Civil (1 de Março)


No âmbito das comemorações do Dia Internacional da Protecção Civil (1 de Março), vamos desenvolver um conjunto de actividades com o objectivo de promover e divulgar a actividade dos bombeiros, enquanto agentes de protecção civil.

Chamar a atenção para a existência de vários perigos ou situações que potencialmente possam provocar acidentes, ou seja, fazer com que cada pessoa conheça os riscos que corre no dia-a-dia e a forma de ultrapassar, ministrando conceitos de auto-protecção.

Fornecer contributos com vista à preparação para uma resposta eficaz e adequada na minimização de efeitos de eventuais acidentes, sempre que não tenha sido possível evitá-los.

Contribuir com vista a uma auto-protecção eficaz e à criação de um espírito solidário na relação com o seu semelhante.



Com os melhores cumprimentos, Cmdt. Jorge Costa

NOITE DE FADOS

sexta-feira, 6 de fevereiro de 2009

Passeio BTT da Secção Desportiva dos Bombeiros Voluntários de Almeirim‏


Informação



A secção desportiva dos BV Almeirim, vai realizar o 3ºPasseio BTT da Secção Desportiva dos Bombeiros Voluntários de Almeirim dia 5 de Abril de 2009.

Link para inscrição no passeio BTT . http://passeiobttbvalmeirim.blogspot.com/

Aproveitamos para relembrar que os lucros desta iniciativa serão empregues na compra de material para a corporação.



Inscrições on-line: http://passeiobttbvalmeirim.blogspot.com/

quinta-feira, 5 de fevereiro de 2009

Ferido grave em acidente em Almeirim


Um ferido grave foi o resultado de um acidente entre dois veículos ligeiros que ocorreu esta quinta-feira, dia 5 de Fevereiro, por volta do meio-dia e meia junto à ponte da vala à entrada de Almeirim.

De acordo com testemunhas no local, o condutor do veículo que conduzia no sentido Santarém/Almeirim adormeceu momentaneamente tendo embatido na viatura que circulava em sentido contrário.

O condutor que provocou o acidente ficou ferido com gravidade tendo sido transportado para o Hospital de Santarém pelos Bombeiros Voluntários de Almeirim. O condutor do outro automóvel não sofreu qualquer tipo de ferimento

35 ambulâncias do INEM estacionadas à espera de serem entregues no fim do mês, apesar de já estarem prontas


Encontram--se paradas para serem "cumpridos os prazos"
35 ambulâncias do INEM estacionadas à espera de serem entregues no fim do mês, apesar de já estarem prontas


05.02.2009 - 09h56 Maria Lopes

Três dezenas e meia de ambulâncias novas do INEM estão paradas há pelo menos dois meses num parque de viaturas na Azambuja, pertença da empresa fornecedora. Boa parte das ambulâncias estão já prontas, apenas faltará equipar uma parte mínima. Fazem parte da lista de viaturas que a ministra da Saúde irá entregar no final do mês, o que significa que continuarão ali paradas mais algumas semanas, sem serem utilizadas.

As ambulâncias que se encontram no parque da SIVA, a empresa que ganhou o concurso público de fornecimento, estão matriculadas desde Outubro - são, aliás, da mesma série de matrícula das que a ministra Ana Jorge entregou em Dezembro, no Parque das Nações, a 47 corporações de bombeiros.

As novas viaturas de emergência médica que o INEM está a entregar servirão para substituir algumas viaturas que não têm condições para estar ao serviço ou que foram retiradas por acidente, por exemplo. Mas também para dotar corporações que ainda não têm viaturas deste género.

A assessora para a comunicação social do INEM, Raquel Leal, garante que "não há atrasos nas entregas". "Ficou combinado que seriam entregues até ao fim do primeiro trimestre. Serão cumpridos os prazos", afirmou.

Não são distribuídas à medida que ficam prontas - ou mesmo quinzenalmente ou mensalmente - porque são necessários "procedimentos burocráticos junto das corporações: é preciso elaborar planos de prioridades para a distribuição, os protocolos de funcionamento, e até é necessário formar as equipas que irão trabalhar com o equipamento". O INEM prefere trabalhar de forma "agrupada".

Registadas em Outubro

Para o facto de terem sido matriculadas há quatro meses também existe explicação: foram pedidas todas ao mesmo tempo devido ao facto de se tratar de concursos públicos para quase centena de meia de viaturas.

Existe, aparentemente, uma discrepância nas informações recolhidas sobre a real situação destas viaturas. Estas chegam da fábrica - "onde, como são ambulâncias, têm sempre prioridade máxima" - já pintadas, com algum equipamento específico como as portas traseiras com abertura a 270º, degraus metálicos, vidros especiais, bancos e pré-instalação eléctrica.

São depois enviadas para a empresa que instala todo o equipamento médico, em Vila Nova de Gaia, a Auto Ribeiro, que as devolve à SIVA para preparação final. Esta, garante fonte da empresa, "tem feito todas as entregas nas datas e tranches que estão no caderno de encargos". As diferenças temporais entre a conclusão da encomenda e a sua distribuição pelo país "ultrapassam a relação" entre o INEM e a empresa de comércio automóvel.

A SIVA diz que faltará equipar menos de meia dezena de viaturas e que esse exercício é relativamente rápido. Um responsável pela Auto Ribeiro, a empresa que prepara as viaturas com o equipamento médico, começou por dizer ao PÚBLICO que já tinha equipado todas as ambulâncias encomendadas, para pouco depois se recusar a confirmar tal informação, remetendo esclarecimentos para o cliente - a SIVA e o INEM.

As viaturas que agora estão à espera fazem parte do grupo de 45 que serão entregues numa cerimónia marcada para o próximo dia 27, afirma o ministério. E estas 45 são a última tranche de um pacote de 110 viaturas de renovação da frota PEM (posto de emergência médica) comprado durante o ano de 2008.

Investimento de 9,9 milhões

Em 2008, o INEM fez um investimento de 9,9 milhões de euros em concursos públicos para aquisição de 161 viaturas: 110 destinam-se à renovação da frota PEM, as restantes vinham reforçar a frota SIV (suporte imediato de vida - 26) e a frota SBV (suporte básico de vida - 25).

Foi a ministra da Saúde, Ana Jorge, quem na última cerimónia de atribuição de viaturas de emergência médica realçou os números: entre Janeiro e Novembro do ano passado foram feitos mais de 550 mil transportes de doentes em situação de emergência. Em média são 1650 transportes diários e 69 a cada hora.

Ainda este mês, acrescenta a assessoria do Ministério da Saúde, será lançada uma nova consulta pública para a aquisição de mais 80 ambulâncias. "Destas, 60 destinam-se à renovação da frota PEM (posto de emergência médica) e as restantes 20 à frota SBV e SIV, afecta ao projecto de requalificação das urgências", diz a fonte do ministério. Prevê-se um investimento total de 4,56 milhões de euros.

Fonte:http://ultimahora.publico.clix.pt/noticia.aspx?id=1358960

sábado, 24 de janeiro de 2009

Fábrica Sumol+Compal parou por causa de simulacro



23 Jan 2009
Fábrica Sumol+Compal parou por causa de simulacro



Mais de 200 funcionários da fábrica Sumol+Compal em Almeirim estiveram esta sexta-feira de manhã sem trabalhar durante mais de uma hora devido à realização de um simulacro de incêndios nas instalações.
É a primeira vez que a empresa testa a capacidade de resposta das suas equipas de evacuação e de primeira intervenção em incêndios, bem como a colaboração com os bombeiros da cidade. O simulacro consistiu na simulação de um fogo num deposito de nafta na zona da unidade de vapor da fábrica. No final o responsável pela segurança da fábrica, Pedro Toré, considerou que é necessário melhorar os processos de evacuação da fábrica, fazendo um balanço positivo do exercício.

Entrevista com o novo Presidente dos Bombeiros Voluntários de Almeirim

Pedro Ribeiro é o novo presidente dos Bombeiros de Almeirim, traça os objectivos para o seu mandato, num ano que a Corporação comemora o seu 60º Aniversário. O vice-presidente da Câmara de Almeirim, Pedro Ribeiro (PS), foi eleito presidente da direcção da Associação do Bombeiros Voluntários de Almeirim. A lista encabeçada pelo autarca foi a única a concorrer às eleições e foi eleita por unanimidade através de voto secreto. Pedro Ribeiro tem como vice-presidente Paulo Caetano, como tesoureiro Rui Pires e os secretários são Paulo Roque e António Marinheiro Miguel. O anterior presidente da direcção, Firmino Apolónia, passou a ser agora o presidente da assembleia-geral. O presidente do conselho fiscal é o médico José Marouço.

Incêndio Urbano em Almerim

Um incêndio urbano em São Roque Almeirim,tomou por completo uma habitação que já desabitada, servia de armazem a um Restaurante da zona. A rápida intervenção dos BVA, permitio circunscrever o incêndio apenas ao edificio sem se propagar a habitações vizinhas. Não havendo vitimas a registar, foram retiradas algumas garrafas de gáz do edificio. De referir que este incêndio antecedeu o simulacro da Compal realizado durante a manhã.

sexta-feira, 23 de janeiro de 2009

Fábrica Sumol+Compal parou por causa de simulacro



23 Jan 2009
Fábrica Sumol+Compal parou por causa de simulacro



Mais de 200 funcionários da fábrica Sumol+Compal em Almeirim estiveram esta sexta-feira de manhã sem trabalhar durante mais de uma hora devido à realização de um simulacro de incêndios nas instalações.
É a primeira vez que a empresa testa a capacidade de resposta das suas equipas de evacuação e de primeira intervenção em incêndios, bem como a colaboração com os bombeiros da cidade. O simulacro consistiu na simulação de um fogo num deposito de nafta na zona da unidade de vapor da fábrica. No final o responsável pela segurança da fábrica, Pedro Toré, considerou que é necessário melhorar os processos de evacuação da fábrica, fazendo um balanço positivo do exercício.

VUCI - Para Quando ??? ...

VUCI - Para Quando ??? ...


A Vida Operacional do Velhinho Internacional chegou ao Fim ...

O Internacional - VUCI 01, éra até Novembro de 2007, o Unico Veiculo Urbano de Combate a Incêndios de que os Bombeiros de Almeirim dispunham.

Ficou Inoperacional devido a Avaria Mecânica no Motor e devido a sua Idade de dificil reparação. Alem disso com os seus quase 30 Anos de Serviço Operacional tambem já merecia a Reforma.

Alguns dados sobre o INTERNACIONAL - VUCI 01

Data de Matricula > 1978-11-10
Data de Entrada ao Serviço > 1979-10-03
Data de Abatido ao Serviço > 2008-07-01

Motor Dodge V8 de 5672 cm3 a Gasolina Super
Média de Consumo de 35 a 40 litros aos 100 Km ( a andar devagar ... )

Para os Bombeiros de Almeirim "CARRO" de Bombeiros sempre foi e será o INTERNACIONAL, Não há Carro de Bombeiros mais Vistoso que este, mas devido a sua Idade e Problemas Mecânicos já merece e bem a Reforma, situação que se verifica Oficialmente desde Julho de 2008, e na Prática desde Novembro de 2007 quando ficou INOP.

Ora isso tras-nos outro problema Operacional, ou seja, desde Novembro de 2007 que os Bombeiros de Almeirim NÃO dispoem de um Veiculo (Pesado) Urbano de Combate a Incêndios - VUCI

E como quem não tem Cão caça com Gato, para respondermos as Solicitações do nosso Concelho temos de Utilizar o VLCI (Veiculo Ligeiro de Combate a Incêndios - com 500 L de Agua) e o VSAT (Veiculo de Socorro e Assistencia Táctica - "Desencarceramento" - com 900 L de Agua).



Felizmente para todos nós nestes ultimos tempos não teem existido situações de maior complexidade ou dimensão onde se tenha notado a falta extrema que um Veiculo dessa Natureza faz, mas não quer dizer que elas não possam vir a acontecer.

Hoje por exemplo tivemos um Exercicio de Incêndio na COMPAL ...

Quem não se lembra do Incêndio na Compal há uns Anos Atras, e se hoje não fosse um Exercicio !!!

Por Isso Pergunto ... Para quando um Novo VUCI?

quinta-feira, 22 de janeiro de 2009

2º Convívio de Pesca - 14 de Fevereiro

A Secção Desportiva dos Bombeiros Voluntários de Almeirim, vai organizar o 2º Convívio de Pesca no próximo dia 14 de Fevereiro na Barragem dos Patudos em Alpiarça.

As inscrições estão limitadas a 70 equipas havendo prémios até ao 15º classificado.

As inscrições são de 25 peixes por equipa, e os acompanhantes 6 peixes com almoço no quartel dos BVA.

As receitas deste evento revertem para a compra de Equipamentos de Trauma para as Ambulâncias e material de Espeliologia.

As inscrições podem ser feitas para os números:
913380886/912691195

terça-feira, 20 de janeiro de 2009

Maior parte das câmaras não nomeia comandantes operacionais municipais

Sociedade 20 Jan 2009, 07:34h
Maior parte das câmaras não nomeia comandantes operacionais municipais

Grande parte das câmaras municipais da região não está a cumprir a obrigação de nomearem um comandante operacional municipal para operações de socorro e o Governo não consegue obrigar os municípios a obedecerem à lei. Alguns até garantem que se puderem não têm qualquer intenção em nomear esta figura que vêem como mais um encargo. O secretário de Estado da Protecção Civil, José Miguel Medeiros disse a O MIRANTE que não pode obrigar os presidentes das câmaras a nomearem os comandantes e limita-se a chamar os autarcas à atenção para pensarem nas responsabilidades que têm ao nível da protecção civil local em termos políticos.

No distrito de Santarém, segundo os dados do Governo Civil de Santarém, apenas os municípios de Benavente e Ourém já têm comandantes operacionais. Nos concelhos com bombeiros municipais (Coruche, Cartaxo, Santarém, Abrantes, Sardoal, Alcanena, Tomar e Alpiarça) não se coloca o problema porque os comandantes destas corporações são por inerência os comandantes municipais. Vila Franca de Xira foi dos mais lestos a cumprir a Lei nº 65/2007 de 12 de Novembro, nomeando a meio de 2008 o comandante dos Bombeiros da Póvoa de Santa Iria, António Carvalho, para o cargo.

Sem o cumprimento das autarquias a Lei não serve para nada porque também ninguém está obrigado a cumpri-la. O presidente da Câmara de Mação considera que este novo cargo não é uma prioridade para um concelho de alto risco em termos de incêndios florestais porque, sublinha, tem “um bom comandante de bombeiros e um bom assessor na área da protecção civil”. Saldanha Rocha (PSD) encara a existência de um comandante municipal como mais um cargo que vai fazer aumentar os custos da autarquia com pessoal, recordando que por ano gasta mais de 80 mil euros em apoios aos bombeiros, fora a dispensa de funcionários para prestar serviço na corporação.

Saldanha Rocha não tem pejo em dizer que se puder vai protelar a nomeação do comandante até à última. Outros presidentes de câmara também estão a torcer o nariz a este cargo, mas também estão a ter dificuldades em encontrar pessoas que correspondam ao perfil e experiência necessária. É o que acontece em Almeirim onde a autarquia pensou numa pessoa que veio a ver-se não reunia os requisitos necessários e havendo a hipótese de se nomear o actual comandante dos bombeiros voluntários, Jorge Costa, este não aceitou acumular estas novas funções, segundo confirmou o presidente do município, Sousa Gomes (PS).

Perante este cenário o secretário de Estado lembra que a ideia é que a estrutura de coordenação vá até à base, uma vez que já existe o comandante nacional e o distrital. E garante que quando pertencia à comissão de acompanhamento de incêndios florestais “uma das grandes reivindicações no distrito de Santarém de vários presidentes de câmara era a de terem a possibilidade de nomearem alguém com capacidade técnica para os auxiliar” enquanto responsáveis máximos pela protecção civil em cada concelho.

O que diz a legislação

A Lei nº 65/2007, de 12 de Novembro, que dava um prazo de 180 dias para os municípios de adaptarem, estabelece que o comandante operacional municipal depende hierarquicamente do presidente da câmara. Compete ao comandante acompanhar em permanência as operações de protecção e socorro na área do concelho. Bem como promover a elaboração de planos prévios de intervenção com vista à articulação de meios perante diferentes cenários e assumir a coordenação das operações de socorro de âmbito municipal quando a dimensão do sinistro requeira o emprego de meios de diversas corporações de bombeiros.

Para poder ser nomeado o comandante tem que ter licenciatura e experiência adequada ao exercício das funções. Mas foi estabelecido um regime transitório de recrutamento até 2016 em que podem ser nomeados para as funções pessoas com pelo menos cinco anos de experiência enquanto comandantes de corpos de bombeiros e com a habilitação mínima do 12º ano de escolaridade.


O MIRANTE.

Despiste na Estrada Nacional 114, junto ao entroncamento que liga Fazendas de Almeirim e Foros de Benfica.


Um veículo pesado carregado de brita toutvenant despistou-se ao início da tarde desta segunda-feira derramando toda a carga na Estrada Nacional 114, junto ao entroncamento que liga Fazendas de Almeirim e Foros de Benfica.


O condutor da viatura, que seguia para Foros de Benfica, não quis prestar declarações mas apontou para um pneu rebentado como a causa do despiste, do qual saiu ileso.


Numa tarde bastante chuvosa, o despiste não causou outros danos materiais mas obrigou ao corte da estrada para remoção da brita com auxílio de uma retroescavadora. Cerca das 16h30 uma das vias ainda estava cortada à circulação pela BT para remoção do pesado.

Pedro Ribeiro Eleito Presidente da Direcção dos Bombeiros Voluntários de Almeirim


Assembleia Geral dos Bombeiros Voluntários de Almeirim,elegeu dia 19 Janeiro , Lista Unica.

sexta-feira, 16 de janeiro de 2009

Equipas de intervenção em onze corpos de bombeiros do distrito

Onze corporações de bombeiros do distrito de Santarém vão passar a contar com equipas de intervenção permanente nos quartéis. Os protocolos para a constituição destas equipas já foram assinados e implicam a colaboração das autarquias que vão assumir metade dos custos que são de 66 mil euros por cada equipa. Cabendo o restante à Autoridade Nacional de Protecção Civil. Cada equipa vai contar com cinco elementos que ficarão nos quartéis para ocorrerem rapidamente a situações de emergência e cujos horários de funcionamento serão definidos pelas corporações consoante os períodos de maior risco ou aqueles em que tradicionalmente têm maior número de ocorrências. Com estas equipas os corpos voluntários passam a ter uma estrutura profissional de socorro, apesar do presidente da Federação Distrital de Bombeiros, Adelino Gomes, considerar que “uma equipa de cinco elementos é muito pouco. É importante que se olhe para o distrito com outro olhar”. O presidente da Comunidade Intermunicipal da Lezíria do Tejo e da Câmara de Almeirim, Sousa Gomes (PS), em representação das autarquias, fez votos para que este protocolo seja o início de outros para que “as populações tenham cada vez mais melhores serviços”. E justificou que hoje o voluntariado é mais difícil e que o trabalho dos bombeiros é mais exigente. O secretário de Estado da Protecção Civil, José Miguel Medeiros, disse na assinatura dos protocolos na quinta-feira, dia 15, no Governo Civil de Santarém, ter “consciência que uma equipa de cinco elementos não vai resolver todos os problemas, mas sem estas equipas é que não se fazia nada”. Em resposta a outra crítica de Adelino Gomes sobre o facto de terem sido deixados de fora os bombeiros municipais (o distrito tem oito corporações dependentes das câmaras), o secretário de Estado disse que “haveremos de encontrar uma solução”. Os bombeiros que vão integrar as equipas, que não podem ter mais de 40 anos de idade, serão sujeitos a um plano de formação específica. As corporações abrangidas pelas equipas são as de Almeirim, Benavente, Chamusca, Constância, Ferreira do Zêzere, Mação, Ourém, Rio Maior, Salvaterra de Magos, Samora Correia e Torres Novas.

quinta-feira, 15 de janeiro de 2009

Família intoxicada por monóxido de carbono de uma braseira

Sociedade 19 Jan 2009, 15:39h

Um casal e um filho de oito anos foram transportados ontem pelos Bombeiros de Almeirim para o Hospital de Santarém com sintomas de intoxicação por inalação de monóxido de carbono. O caso ocorreu numa habitação na estrada de Vale Barrocas, entre Almeirim e Fazendas de Almeirim, por volta das duas horas da madrugada. A situação foi provocada por uma braseira que estava acesa dentro da casa enquanto a família dormia.
O MIRANTE.

quarta-feira, 7 de janeiro de 2009

Recomendações da Autoridade Nacional de Protecção Civil devido à vaga de frio



07 de Janeiro de 2009, 19:02

Recomendações da Autoridade Nacional de Protecção Civil devido à vaga de frio:

- Mantenha-se atento às informações da Meteorologia e às indicações da Protecção Civil transmitidas pelos órgãos de comunicação social.
- Use várias camadas de roupa em vez de uma única peça de tecido grosso. Evite as roupas muito justas ou as que o façam transpirar.
- O ar frio não é bom para a circulação sanguínea. Evite as actividades físicas intensas que obrigam o coração a um maior esforço.
- Se suspeitar que você ou alguém que o rodeia está com hipotermia ligue imediatamente para o 112.
- O consumo excessivo de electricidade pode sobrecarregar a rede originando falhas locais de energia. Procure poupar energia, desligando os aparelhos eléctricos que não sejam necessários. Tenha à mão lanterna e pilhas, para o caso de faltar a luz.
- Aumento do número de acidentes de viação, devido à existência de piso escorregadio motivado pela eventual formação de gelo.


Recomendações com o aquecimento do lar:
- Tenha cuidado com as lareiras. Em lugares fechados sem renovação de ar, a combustão pode originar a produção de monóxido de carbono, um gás letal.
- A combustão liberta gases tóxicos – não se esqueça que a ventilação é muito importante;
- Se utiliza aquecedores desligue a garrafa de gás quando tiver de a substituir;
- Evite secar roupa no aquecedor;
- Afaste o aquecedor de cortinados, tecidos ou mobílias;
- Não se aproxime muito do aparelho;
- Se utiliza lareiras, use um resguardo próprio para evitar que quaisquer faúlhas saltem para fora;
- Tenha um anteparo fixo para impedir uma possível queda de pessoas para o seu interior, especialmente crianças ou idosos;
- Nunca use petróleo, gasolina ou álcool para atear a lareira;
- Mantenha a chaminé sempre limpa;
- Se ocorrer um incêndio na chaminé, chame imediatamente os bombeiros.

sábado, 20 de dezembro de 2008

Blogue dos Bombeiros de Almeirim, completa 2 Anos de vida

19 DEZEMBRO 2008

Blogue dos Bombeiros de Almeirim, completa 2 Anos de vida






Há chefes que estão sempre prontos a intervir, quando se trata de censurar ou punir, mas que nunca encontram uma palavra de alento ou de louvor, sob pretexto de que, realizando a sua missão, os homens não fizeram mais do que o seu dever. Cumprir o seu dever nem sempre é coisa fácil, e o ser humano por natureza necessita de sentir-se apoiado pela aprovação daqueles que têm o encargo de guiá-los. Para ele, é motivo de confiança, prova de que está no bom caminho e incitamento a prosseguir.



Nada corrói tanto o entusiasmo dum homem como o sentimento de que os chefes são indiferentes às suas provas, às suas alegrias e ao seu trabalho.



Não seria possível saber-se a que ponto o coração humano é sensível aos métodos de confiança. Duvidar apriori dum subordinado, sobretudo jovem, é liquidá-lo. Duvidar da sua reabilitação após uma falta, é perdê-lo completamente.



Quantas magníficas energias desperdiçadas, porque não encontraram na hora decisiva justa recompensa, alento inteligente, amizade que espevitasse a sua coragem!



Diz uma lei de psicologia que o melhor meio de provocar a repetição dum acto bom é ligar na memória a ideia do dever cumprido com um sentimento agradável. Para muitos, a satisfação da consciência tem de ser reforçada pelo prazer da compreensão e da recompensa.



Em cada ser humano existem valores positivos e construtivos que carecem de ser descobertos e desenvolvidos. Necessita de valorizar as suas forças e as suas aptidões, porque é para ele o modo de afirmar a sua personalidade. Todo o homem, seja qual for, se deixa entusiasmar de verdade pelo sentimento de ter um chefe que o ajuda a dar realce aos dons que recebeu.



O operário não aceita bem que se neguem as suas aptidões, se ignorem ou menosprezem e, se alguém reprime a confiança em si, reage contra a organização de que se sente vítima. O melhor remédio consiste em proporcionar-lhe ocasião de mostrar o seu valor, a sua iniciativa e o seu critério, apelando para a emulação. Designar-lhe, se necessário, uma tarefa que exija dele certa responsabilidade, fará desaparecer o sentimento de subordinação cujo peso dificilmente suportava.



Acautelai-vos desse deplorável capricho dos velhos chefes rabugentos aos quais o mais louvável esforço não arranca senão um "Pâh!" desconfiado, e cuja paixão não se satisfaz senão com a censura.



Se observais com cuidado, vereis que são as pessoas que não podem louvar e que censuram sempre, que não estão satisfeitas com ninguém; reconhecereis que são estas mesmo de que ninguém gosta. (La Bruyère)



A necessidade de se sentir apreciado decorre da necessidade de se afirmar, de triunfar, de se impor. Por isso, o resultado atesta a utilidade do esforço. A apreciação de outrem, em particular a dos chefes, vem ainda confirmá-lo e desempenha um papel psicológico enorme.



Não há nada melhor para estimular um homem que se encontra a caminho do desânimo do que notar que é olhado com simpatia pelo seu chefe e ver o seu trabalho apreciado e posto em relevo.



Quanto mais considerardes as boas qualidades de cada um, tanto mais benevolente sereis a seu respeito. Procurai, e encontrareis, algum mérito nos mais deserdados dos seres humanos. "Em todo o homem, ainda que seja um bandido, há pelo menos 5% de bondade"^ gostava de dizer Baden Powell.



Conheci um homem que tinha praticado muitas acções boas e um número importante de acções censuráveis.

No dia em que o vi indeciso entre essas diversas tendências, comecei por dizer-lhe certas frases que principiavam pouco mais ou menos assim:

V. que é tão bom...

V. que praticou tal e tal coisa...

Ora, aconteceu que tal homem se tornou realmente muito-bom, para não desfazer a reputação que tinha assumido.

Se eu tivesse atraído a atenção de tal homem para as baixezas do seu carácter, tornar-se-ia talvez por completo um pirata. (Duhamel)



Infelizmente é raro encontrar-se um chefe que saiba exprimir, no momento próprio, a sua satisfação pelo esforço dispendido ou por um trabalho bem feito... Parte do princípio de que o trabalho "deve" ser bem feito e que, enquanto nada se diz, é que se está contente. E exacto, e no entanto "o súbdito carece de ouvir dizer que se está satisfeito com ele". Assim se lhe confirma que está no bom caminho, que é apreciado.

Será portanto necessário distribuir louvores à direita e à esquerda, sem descanso ? Não, porque isso nada adiantaria. A arte do chefe está em saber mostrar a sua satisfação no momento em que o subordinado dela tem necessidade, seja após um grande esforço, quando superou dificuldades interiores ou realizou algum progresso, seja para restituir-lhe o entusiasmo, quando ia a perder a confiança em si próprio. Nunca deve esquecer-se que o subordinado carece da estima e da confiança de seu chefe para poder dar o seu pleno rendimento. (A. Carrard)



Tudo se pode conseguir dum homem a quem se diz: "Peco-vos um esforço e sei que sois capaz de dá-lo".



Não convém estar sempre a presentear os seus homens. De resto, é altamente louvável pretender ser-lhes agradável de tempos a tempos. Mas não deve por isso tomar-se o hábito de recompensar a sua maneira de servir, isso abaixar-lhes-ia o ideal.



Saber apreciar o esforço do homem, é fazer surgir nele o sentimento do aprumo que se prende ao que ele cria, é pôr em acção o que nele há de melhor, é também estabelecer uma justa distinção entre o serviço espontâneo e a servidão.

quinta-feira, 11 de dezembro de 2008

Falta de formação dos bombeiros é o principal problema no combate aos fogos


A formação dos bombeiros continua a ser "uma das maiores fragilidades" do sistema de combate a incêndios florestais e é responsável pela falta de resposta nos fogos de grande dimensão, indica um estudo que é hoje apresentado em Coimbra.
"Apesar das melhorias, a formação dos bombeiros, que continuam ainda a constituir o grosso dos efectivos nos teatros das operações, continua a ser uma das maiores fragilidades do sistema", refere o estudo "Incêndios em Portugal: uma análise crítica do pós-2003", encomendado pela Autoridade Florestal Nacional (AFN) à Liga para a Protecção da Natureza (LPN).
Segundo o documento, a falta de formação é responsável pela "inexistência de uma capacidade de resposta adequada ao nível do combate alargado", quando falha a primeira intervenção.
O estudo da LPN destaca que o sistema melhorou ao nível da primeira intervenção e do ataque inicial aos fogos, mas essa melhoria "não se terá verificado para fazer face a incêndios de grande dimensão" (combate ampliado).
Joaquim Sande Silva, da LPN, disse à Agência Lusa que o combate ampliado "continua a ser o grande calcanhar de Aquiles".
"Ainda não nos apercebemos da dimensão do problema porque não tivemos uma época de incêndios graves nos últimos três anos. Quando isso acontecer todas as fragilidades ao nível do combate alargado vêm ao de cima", disse.
Isto porque "o dispositivo está baseado nos bombeiros voluntários, que não têm formação, disciplina e organização suficiente para fazer face a situações de grande incêndios, que exigem conhecimentos aprofundados sobre o comportamento do fogo e técnicas de combate".
Joaquim Sande Silva propõe que se deve estender acções de formação aos corpos de bombeiros e "progressivamente substituir o bombeiro generalista que faz combate alargado por gente especializada".
Actualmente, o Grupo de Intervenção de Protecção e Socorro (GIPS) da GNR, a força especial de bombeiros "Canarinhos", os sapadores florestais, o Grupo de Análise e Uso do Fogo e as brigadas da associação de produtores florestais AFOCELCA são as unidades que operam ao nível de primeira intervenção, segundo o estudo.
O responsável adiantou que se deveria alargar o âmbito do trabalho destas forças ao combate alargado para "não se ficar dependente dos bombeiros voluntários".
O estudo aponta, igualmente, como "fragilidades" o sistema de detecção de incêndios fixo, propondo que a Rede Nacional de Postos de Vigia, a cargo da GNR, seja revista e se passe para a detecção automática através do aproveitamento das novas tecnologias e ao longo de todo o ano.
O documento da LPN diz, também, que "a instabilidade criada pelas constantes alterações à legislação e às orgânicas das instituições não favorece a adopção das medidas necessárias para a defesa da floresta contra incêndios".
"Um bom exemplo de permanente instabilidade são os serviços florestais do Estado, que assumiram três designações diferentes ao longo dos últimos cinco anos (DGF, DGRF e AFN)", lê-se no documento, numa referência à Direcção-Geral das Florestas, Direcção-Geral dos Recursos Florestais e Autoridade Florestal Nacional.
O estudo critica igualmente que o processo de cadastro das propriedades não tenha sido iniciado, apesar de estar previsto há cinco anos.
A floresta portuguesa ocupa uma área aproximada a 3,4 milhões de hectares, cerca de 40 por cento do território nacional, e caracteriza-se por uma baixa diversidade de espécies. Eucalipto, sobreiro e pinheiro-bravo são as principais.
O Estado detém dois por cento da área florestal, pertencendo a maioria (77 por cento) a proprietários individuais.
Os anos de 2003 e 2005 apresentaram os maiores valores em áreas ardidas, com cerca de 425 mil hectares e 338 mil hectares respectivamente. A partir de 2006 registou-se uma descida, rondando a média dos três anos os 40 mil hectares.