"Bombeiro", o individuo que, integrado de forma profissional ou voluntária num corpo de bombeiros, tem por missão a protecção de vidas humanas e bens em perigo, mediante a prevenção e extinção de incêndios, o socorro de feridos, doentes ou náufragos, e a prestação de outros serviços previstos nos regulamentos internos e demais legislação aplicável. ---------------------------------------------------- "BLOGUE NÃO OFICIAL - BLOGUE NÃO OFICIAL - BLOGUE NÃO OFICIAL"
terça-feira, 20 de janeiro de 2009
Maior parte das câmaras não nomeia comandantes operacionais municipais
Maior parte das câmaras não nomeia comandantes operacionais municipais
Grande parte das câmaras municipais da região não está a cumprir a obrigação de nomearem um comandante operacional municipal para operações de socorro e o Governo não consegue obrigar os municípios a obedecerem à lei. Alguns até garantem que se puderem não têm qualquer intenção em nomear esta figura que vêem como mais um encargo. O secretário de Estado da Protecção Civil, José Miguel Medeiros disse a O MIRANTE que não pode obrigar os presidentes das câmaras a nomearem os comandantes e limita-se a chamar os autarcas à atenção para pensarem nas responsabilidades que têm ao nível da protecção civil local em termos políticos.
No distrito de Santarém, segundo os dados do Governo Civil de Santarém, apenas os municípios de Benavente e Ourém já têm comandantes operacionais. Nos concelhos com bombeiros municipais (Coruche, Cartaxo, Santarém, Abrantes, Sardoal, Alcanena, Tomar e Alpiarça) não se coloca o problema porque os comandantes destas corporações são por inerência os comandantes municipais. Vila Franca de Xira foi dos mais lestos a cumprir a Lei nº 65/2007 de 12 de Novembro, nomeando a meio de 2008 o comandante dos Bombeiros da Póvoa de Santa Iria, António Carvalho, para o cargo.
Sem o cumprimento das autarquias a Lei não serve para nada porque também ninguém está obrigado a cumpri-la. O presidente da Câmara de Mação considera que este novo cargo não é uma prioridade para um concelho de alto risco em termos de incêndios florestais porque, sublinha, tem “um bom comandante de bombeiros e um bom assessor na área da protecção civil”. Saldanha Rocha (PSD) encara a existência de um comandante municipal como mais um cargo que vai fazer aumentar os custos da autarquia com pessoal, recordando que por ano gasta mais de 80 mil euros em apoios aos bombeiros, fora a dispensa de funcionários para prestar serviço na corporação.
Saldanha Rocha não tem pejo em dizer que se puder vai protelar a nomeação do comandante até à última. Outros presidentes de câmara também estão a torcer o nariz a este cargo, mas também estão a ter dificuldades em encontrar pessoas que correspondam ao perfil e experiência necessária. É o que acontece em Almeirim onde a autarquia pensou numa pessoa que veio a ver-se não reunia os requisitos necessários e havendo a hipótese de se nomear o actual comandante dos bombeiros voluntários, Jorge Costa, este não aceitou acumular estas novas funções, segundo confirmou o presidente do município, Sousa Gomes (PS).
Perante este cenário o secretário de Estado lembra que a ideia é que a estrutura de coordenação vá até à base, uma vez que já existe o comandante nacional e o distrital. E garante que quando pertencia à comissão de acompanhamento de incêndios florestais “uma das grandes reivindicações no distrito de Santarém de vários presidentes de câmara era a de terem a possibilidade de nomearem alguém com capacidade técnica para os auxiliar” enquanto responsáveis máximos pela protecção civil em cada concelho.
O que diz a legislação
A Lei nº 65/2007, de 12 de Novembro, que dava um prazo de 180 dias para os municípios de adaptarem, estabelece que o comandante operacional municipal depende hierarquicamente do presidente da câmara. Compete ao comandante acompanhar em permanência as operações de protecção e socorro na área do concelho. Bem como promover a elaboração de planos prévios de intervenção com vista à articulação de meios perante diferentes cenários e assumir a coordenação das operações de socorro de âmbito municipal quando a dimensão do sinistro requeira o emprego de meios de diversas corporações de bombeiros.
Para poder ser nomeado o comandante tem que ter licenciatura e experiência adequada ao exercício das funções. Mas foi estabelecido um regime transitório de recrutamento até 2016 em que podem ser nomeados para as funções pessoas com pelo menos cinco anos de experiência enquanto comandantes de corpos de bombeiros e com a habilitação mínima do 12º ano de escolaridade.
O MIRANTE.
Despiste na Estrada Nacional 114, junto ao entroncamento que liga Fazendas de Almeirim e Foros de Benfica.

Um veículo pesado carregado de brita toutvenant despistou-se ao início da tarde desta segunda-feira derramando toda a carga na Estrada Nacional 114, junto ao entroncamento que liga Fazendas de Almeirim e Foros de Benfica.
O condutor da viatura, que seguia para Foros de Benfica, não quis prestar declarações mas apontou para um pneu rebentado como a causa do despiste, do qual saiu ileso.
Numa tarde bastante chuvosa, o despiste não causou outros danos materiais mas obrigou ao corte da estrada para remoção da brita com auxílio de uma retroescavadora. Cerca das 16h30 uma das vias ainda estava cortada à circulação pela BT para remoção do pesado.
sexta-feira, 16 de janeiro de 2009
Equipas de intervenção em onze corpos de bombeiros do distrito
Onze corporações de bombeiros do distrito de Santarém vão passar a contar com equipas de intervenção permanente nos quartéis. Os protocolos para a constituição destas equipas já foram assinados e implicam a colaboração das autarquias que vão assumir metade dos custos que são de 66 mil euros por cada equipa. Cabendo o restante à Autoridade Nacional de Protecção Civil. Cada equipa vai contar com cinco elementos que ficarão nos quartéis para ocorrerem rapidamente a situações de emergência e cujos horários de funcionamento serão definidos pelas corporações consoante os períodos de maior risco ou aqueles em que tradicionalmente têm maior número de ocorrências. Com estas equipas os corpos voluntários passam a ter uma estrutura profissional de socorro, apesar do presidente da Federação Distrital de Bombeiros, Adelino Gomes, considerar que “uma equipa de cinco elementos é muito pouco. É importante que se olhe para o distrito com outro olhar”. O presidente da Comunidade Intermunicipal da Lezíria do Tejo e da Câmara de Almeirim, Sousa Gomes (PS), em representação das autarquias, fez votos para que este protocolo seja o início de outros para que “as populações tenham cada vez mais melhores serviços”. E justificou que hoje o voluntariado é mais difícil e que o trabalho dos bombeiros é mais exigente. O secretário de Estado da Protecção Civil, José Miguel Medeiros, disse na assinatura dos protocolos na quinta-feira, dia 15, no Governo Civil de Santarém, ter “consciência que uma equipa de cinco elementos não vai resolver todos os problemas, mas sem estas equipas é que não se fazia nada”. Em resposta a outra crítica de Adelino Gomes sobre o facto de terem sido deixados de fora os bombeiros municipais (o distrito tem oito corporações dependentes das câmaras), o secretário de Estado disse que “haveremos de encontrar uma solução”. Os bombeiros que vão integrar as equipas, que não podem ter mais de 40 anos de idade, serão sujeitos a um plano de formação específica. As corporações abrangidas pelas equipas são as de Almeirim, Benavente, Chamusca, Constância, Ferreira do Zêzere, Mação, Ourém, Rio Maior, Salvaterra de Magos, Samora Correia e Torres Novas.
quinta-feira, 15 de janeiro de 2009
Família intoxicada por monóxido de carbono de uma braseira
Um casal e um filho de oito anos foram transportados ontem pelos Bombeiros de Almeirim para o Hospital de Santarém com sintomas de intoxicação por inalação de monóxido de carbono. O caso ocorreu numa habitação na estrada de Vale Barrocas, entre Almeirim e Fazendas de Almeirim, por volta das duas horas da madrugada. A situação foi provocada por uma braseira que estava acesa dentro da casa enquanto a família dormia.
O MIRANTE.
quarta-feira, 7 de janeiro de 2009
Recomendações da Autoridade Nacional de Protecção Civil devido à vaga de frio

07 de Janeiro de 2009, 19:02
Recomendações da Autoridade Nacional de Protecção Civil devido à vaga de frio:
- Mantenha-se atento às informações da Meteorologia e às indicações da Protecção Civil transmitidas pelos órgãos de comunicação social.
- Use várias camadas de roupa em vez de uma única peça de tecido grosso. Evite as roupas muito justas ou as que o façam transpirar.
- O ar frio não é bom para a circulação sanguínea. Evite as actividades físicas intensas que obrigam o coração a um maior esforço.
- Se suspeitar que você ou alguém que o rodeia está com hipotermia ligue imediatamente para o 112.
- O consumo excessivo de electricidade pode sobrecarregar a rede originando falhas locais de energia. Procure poupar energia, desligando os aparelhos eléctricos que não sejam necessários. Tenha à mão lanterna e pilhas, para o caso de faltar a luz.
- Aumento do número de acidentes de viação, devido à existência de piso escorregadio motivado pela eventual formação de gelo.
Recomendações com o aquecimento do lar:
- Tenha cuidado com as lareiras. Em lugares fechados sem renovação de ar, a combustão pode originar a produção de monóxido de carbono, um gás letal.
- A combustão liberta gases tóxicos – não se esqueça que a ventilação é muito importante;
- Se utiliza aquecedores desligue a garrafa de gás quando tiver de a substituir;
- Evite secar roupa no aquecedor;
- Afaste o aquecedor de cortinados, tecidos ou mobílias;
- Não se aproxime muito do aparelho;
- Se utiliza lareiras, use um resguardo próprio para evitar que quaisquer faúlhas saltem para fora;
- Tenha um anteparo fixo para impedir uma possível queda de pessoas para o seu interior, especialmente crianças ou idosos;
- Nunca use petróleo, gasolina ou álcool para atear a lareira;
- Mantenha a chaminé sempre limpa;
- Se ocorrer um incêndio na chaminé, chame imediatamente os bombeiros.
sábado, 20 de dezembro de 2008
Blogue dos Bombeiros de Almeirim, completa 2 Anos de vida
Blogue dos Bombeiros de Almeirim, completa 2 Anos de vida

Há chefes que estão sempre prontos a intervir, quando se trata de censurar ou punir, mas que nunca encontram uma palavra de alento ou de louvor, sob pretexto de que, realizando a sua missão, os homens não fizeram mais do que o seu dever. Cumprir o seu dever nem sempre é coisa fácil, e o ser humano por natureza necessita de sentir-se apoiado pela aprovação daqueles que têm o encargo de guiá-los. Para ele, é motivo de confiança, prova de que está no bom caminho e incitamento a prosseguir.
Nada corrói tanto o entusiasmo dum homem como o sentimento de que os chefes são indiferentes às suas provas, às suas alegrias e ao seu trabalho.
Não seria possível saber-se a que ponto o coração humano é sensível aos métodos de confiança. Duvidar apriori dum subordinado, sobretudo jovem, é liquidá-lo. Duvidar da sua reabilitação após uma falta, é perdê-lo completamente.
Quantas magníficas energias desperdiçadas, porque não encontraram na hora decisiva justa recompensa, alento inteligente, amizade que espevitasse a sua coragem!
Diz uma lei de psicologia que o melhor meio de provocar a repetição dum acto bom é ligar na memória a ideia do dever cumprido com um sentimento agradável. Para muitos, a satisfação da consciência tem de ser reforçada pelo prazer da compreensão e da recompensa.
Em cada ser humano existem valores positivos e construtivos que carecem de ser descobertos e desenvolvidos. Necessita de valorizar as suas forças e as suas aptidões, porque é para ele o modo de afirmar a sua personalidade. Todo o homem, seja qual for, se deixa entusiasmar de verdade pelo sentimento de ter um chefe que o ajuda a dar realce aos dons que recebeu.
O operário não aceita bem que se neguem as suas aptidões, se ignorem ou menosprezem e, se alguém reprime a confiança em si, reage contra a organização de que se sente vítima. O melhor remédio consiste em proporcionar-lhe ocasião de mostrar o seu valor, a sua iniciativa e o seu critério, apelando para a emulação. Designar-lhe, se necessário, uma tarefa que exija dele certa responsabilidade, fará desaparecer o sentimento de subordinação cujo peso dificilmente suportava.
Acautelai-vos desse deplorável capricho dos velhos chefes rabugentos aos quais o mais louvável esforço não arranca senão um "Pâh!" desconfiado, e cuja paixão não se satisfaz senão com a censura.
Se observais com cuidado, vereis que são as pessoas que não podem louvar e que censuram sempre, que não estão satisfeitas com ninguém; reconhecereis que são estas mesmo de que ninguém gosta. (La Bruyère)
A necessidade de se sentir apreciado decorre da necessidade de se afirmar, de triunfar, de se impor. Por isso, o resultado atesta a utilidade do esforço. A apreciação de outrem, em particular a dos chefes, vem ainda confirmá-lo e desempenha um papel psicológico enorme.
Não há nada melhor para estimular um homem que se encontra a caminho do desânimo do que notar que é olhado com simpatia pelo seu chefe e ver o seu trabalho apreciado e posto em relevo.
Quanto mais considerardes as boas qualidades de cada um, tanto mais benevolente sereis a seu respeito. Procurai, e encontrareis, algum mérito nos mais deserdados dos seres humanos. "Em todo o homem, ainda que seja um bandido, há pelo menos 5% de bondade"^ gostava de dizer Baden Powell.
Conheci um homem que tinha praticado muitas acções boas e um número importante de acções censuráveis.
No dia em que o vi indeciso entre essas diversas tendências, comecei por dizer-lhe certas frases que principiavam pouco mais ou menos assim:
V. que é tão bom...
V. que praticou tal e tal coisa...
Ora, aconteceu que tal homem se tornou realmente muito-bom, para não desfazer a reputação que tinha assumido.
Se eu tivesse atraído a atenção de tal homem para as baixezas do seu carácter, tornar-se-ia talvez por completo um pirata. (Duhamel)
Infelizmente é raro encontrar-se um chefe que saiba exprimir, no momento próprio, a sua satisfação pelo esforço dispendido ou por um trabalho bem feito... Parte do princípio de que o trabalho "deve" ser bem feito e que, enquanto nada se diz, é que se está contente. E exacto, e no entanto "o súbdito carece de ouvir dizer que se está satisfeito com ele". Assim se lhe confirma que está no bom caminho, que é apreciado.
Será portanto necessário distribuir louvores à direita e à esquerda, sem descanso ? Não, porque isso nada adiantaria. A arte do chefe está em saber mostrar a sua satisfação no momento em que o subordinado dela tem necessidade, seja após um grande esforço, quando superou dificuldades interiores ou realizou algum progresso, seja para restituir-lhe o entusiasmo, quando ia a perder a confiança em si próprio. Nunca deve esquecer-se que o subordinado carece da estima e da confiança de seu chefe para poder dar o seu pleno rendimento. (A. Carrard)
Tudo se pode conseguir dum homem a quem se diz: "Peco-vos um esforço e sei que sois capaz de dá-lo".
Não convém estar sempre a presentear os seus homens. De resto, é altamente louvável pretender ser-lhes agradável de tempos a tempos. Mas não deve por isso tomar-se o hábito de recompensar a sua maneira de servir, isso abaixar-lhes-ia o ideal.
Saber apreciar o esforço do homem, é fazer surgir nele o sentimento do aprumo que se prende ao que ele cria, é pôr em acção o que nele há de melhor, é também estabelecer uma justa distinção entre o serviço espontâneo e a servidão.
quinta-feira, 11 de dezembro de 2008
Falta de formação dos bombeiros é o principal problema no combate aos fogos
A formação dos bombeiros continua a ser "uma das maiores fragilidades" do sistema de combate a incêndios florestais e é responsável pela falta de resposta nos fogos de grande dimensão, indica um estudo que é hoje apresentado em Coimbra.
"Apesar das melhorias, a formação dos bombeiros, que continuam ainda a constituir o grosso dos efectivos nos teatros das operações, continua a ser uma das maiores fragilidades do sistema", refere o estudo "Incêndios em Portugal: uma análise crítica do pós-2003", encomendado pela Autoridade Florestal Nacional (AFN) à Liga para a Protecção da Natureza (LPN).
Segundo o documento, a falta de formação é responsável pela "inexistência de uma capacidade de resposta adequada ao nível do combate alargado", quando falha a primeira intervenção.
O estudo da LPN destaca que o sistema melhorou ao nível da primeira intervenção e do ataque inicial aos fogos, mas essa melhoria "não se terá verificado para fazer face a incêndios de grande dimensão" (combate ampliado).
Joaquim Sande Silva, da LPN, disse à Agência Lusa que o combate ampliado "continua a ser o grande calcanhar de Aquiles".
"Ainda não nos apercebemos da dimensão do problema porque não tivemos uma época de incêndios graves nos últimos três anos. Quando isso acontecer todas as fragilidades ao nível do combate alargado vêm ao de cima", disse.
Isto porque "o dispositivo está baseado nos bombeiros voluntários, que não têm formação, disciplina e organização suficiente para fazer face a situações de grande incêndios, que exigem conhecimentos aprofundados sobre o comportamento do fogo e técnicas de combate".
Joaquim Sande Silva propõe que se deve estender acções de formação aos corpos de bombeiros e "progressivamente substituir o bombeiro generalista que faz combate alargado por gente especializada".
Actualmente, o Grupo de Intervenção de Protecção e Socorro (GIPS) da GNR, a força especial de bombeiros "Canarinhos", os sapadores florestais, o Grupo de Análise e Uso do Fogo e as brigadas da associação de produtores florestais AFOCELCA são as unidades que operam ao nível de primeira intervenção, segundo o estudo.
O responsável adiantou que se deveria alargar o âmbito do trabalho destas forças ao combate alargado para "não se ficar dependente dos bombeiros voluntários".
O estudo aponta, igualmente, como "fragilidades" o sistema de detecção de incêndios fixo, propondo que a Rede Nacional de Postos de Vigia, a cargo da GNR, seja revista e se passe para a detecção automática através do aproveitamento das novas tecnologias e ao longo de todo o ano.
O documento da LPN diz, também, que "a instabilidade criada pelas constantes alterações à legislação e às orgânicas das instituições não favorece a adopção das medidas necessárias para a defesa da floresta contra incêndios".
"Um bom exemplo de permanente instabilidade são os serviços florestais do Estado, que assumiram três designações diferentes ao longo dos últimos cinco anos (DGF, DGRF e AFN)", lê-se no documento, numa referência à Direcção-Geral das Florestas, Direcção-Geral dos Recursos Florestais e Autoridade Florestal Nacional.
O estudo critica igualmente que o processo de cadastro das propriedades não tenha sido iniciado, apesar de estar previsto há cinco anos.
A floresta portuguesa ocupa uma área aproximada a 3,4 milhões de hectares, cerca de 40 por cento do território nacional, e caracteriza-se por uma baixa diversidade de espécies. Eucalipto, sobreiro e pinheiro-bravo são as principais.
O Estado detém dois por cento da área florestal, pertencendo a maioria (77 por cento) a proprietários individuais.
Os anos de 2003 e 2005 apresentaram os maiores valores em áreas ardidas, com cerca de 425 mil hectares e 338 mil hectares respectivamente. A partir de 2006 registou-se uma descida, rondando a média dos três anos os 40 mil hectares.
quarta-feira, 3 de dezembro de 2008
Presidente do INEM instaura auditoria para apurar falhas do novo sistema

Presidente do INEM instaura auditoria para apurar falhas do novo sistema
O presidente do Instituto Nacional de Emergência Médica (INEM) anunciou hoje que instaurou uma auditoria ao Sistema Integrado de Atendimento e Emergência Médica e ao Centro de Orientação de Doentes Urgentes (CODU) de Lisboa e Vale do Tejo.
“Foi instaurada uma auditoria interna ao novo software em operação desde Março deste ano”, afirmou Abílio Gomes na Comissão Parlamentar de Saúde, onde foi ouvido durante três horas a pedido do Bloco de Esquerda (BE) e do CDS-PP.
Abílio Gomes respondia, assim, às críticas dos deputados sobre alegadas falhas de prestação de socorro às vítimas e descoordenação no serviço.
“Verificou-se a ocorrência de situações trágicas e fatais, excesso de demora do atendimento ou falta de resposta do INEM”, afirmou o deputado do BE João Semedo, que questionou Abílio Gomes sobre se o INEM “não sente a necessidade de recorrer a outros meios de auditoria”.
A deputada do CDS-PP Teresa Caeiro afirmou, por seu turno, que desde que “a direcção tomou posse em Março o INEM tem vindo a ser notícia constante por maus motivos”.
Já o deputado comunista Bernardino Soares afirmou que “é visível que os portugueses sentem uma certa insegurança na emergência médica que corresponde em muitos casos a situações de menos capacidade de resposta”.
Respondendo às críticas dos deputados, o presidente do INEM assegurou que “não existem chamadas não atendidas pelo CODU de Lisboa e Vale do Tejo”.
“O que existe são chamadas que, sendo registadas na central telefónica, são abandonadas, desligadas pelo contactante na origem”, sublinhou o responsável, adiantando que estas representam 14 por cento do total de chamadas e que o seu tempo médio de espera é de 55 segundos.
“Onze por cento dessas chamadas foram desligadas no intervalo inicial dos zero aos cinco segundos”, adiantou o responsável.
O responsável admitiu que, em situações de "pico", o tempo de atendimento "pode ser mais prolongado".
Abílio Gomes informou, no entanto, que todas as chamadas que chegaram ao CODU de Lisboa e Vale do Tejo, entre Outubro e Setembro, foram atendidas num tempo médio de 23 segundos.
Perante as explicações do presidente do INEM, a deputada do CDS-PP questionou-o sobre se “não é de imaginar que alguém que está do outro lado da linha numa situação de emergência se canse de esperar dois minutos ou três minutos” por uma resposta, quando as regras internacionais ditam que o tempo até ao envio de meios deve ser de dois minutos. Numa exposição que realizou durante a audição, o responsável avançou que houve um aumento do número total de chamadas de emergência entre 2007 e 2008. Houve também um “aumento muito significativo” dos accionamentos de meios, avançou.
No que respeita às reclamações, Abílio Gomes adiantou que tem havido uma descida ao longo deste ano, com 35 registadas em Janeiro e apenas uma em Novembro.
terça-feira, 2 de dezembro de 2008
segunda-feira, 24 de novembro de 2008
sábado, 22 de novembro de 2008
sexta-feira, 21 de novembro de 2008
BLOG Oficial do Exercicio

http://www.prociv-iv.blogspot.com/
Sexta-feira, 21 de Novembro de 2008
Porto Brandão
EXERCÍCIO - EXERCÍCIO - EXERCÍCIO
Em Porto Brandão a Polícia marítima encontra-se em acções de patrulhamento. Os bombeiros da Trafaria encontram-se em Porto Brandão fazer acções de reconhecimento e de combate a incêndios.
A Marinha encontra-se no local a operar com um Posto Médico Avançado.
Publicada por ANPC em 11/21/2008 07:23:00 PM
ALenquer
EXERCÍCIO - EXERCÍCIO - EXERCÍCIO
O INEM já instalou um posto médico em Alenquer, estando também no local 101 elemenos operacionais com 31 veículos.
Publicada por ANPC em 11/21/2008 07:22:00 PM
Mobilização de Meios Aéreos para Porto Brandão
EXERCÍCIO - EXERCÍCIO - EXERCÍCIO
Por ordem do Comandante Operacional Nacional foram accionados dois Helicópteros pesados KAMOV. Um para projecção de 10 elementos da Força Especial de Bombeiros e outro para acções de resgate de dois feridos graves
Publicada por ANPC em 11/21/2008 07:06:00 PM
Registada réplica do sismo às 18h:43m
EXERCÍCIO - EXERCÍCIO - EXERCÍCIO
O Instituto de Meteorologia informa que foi registada réplica do sismo a 2km a SE de Vila Franca de Xira , às 18h:53m, com uma magnitude de 2,6 na escala de Richter.
Publicada por ANPC em 11/21/2008 07:00:00 PM
Ponto de Situação
EXERCÍCIO - EXERCÍCIO - EXERCÍCIO
Em Santarém accionadas 2 equipas de reconhecimento e avaliação que já reportaram derrocadas de várias casas. Corpos de Bombeiros de Samora Correia e Benavente estão inoperacionais. Existe uma ambulância na rua que é a única que está a reportar. A população está a ser encaminhada para um ponto de encontro. Accionados grupos de busca e salvamento e e intervenção sanitária.
Em Lisboa e Setúbal a Lusoponte informa que as duas pontes sobre o Tejo, 25 de Abril e Vasco da Gama, estão transitáveis, não havendo informação sobre os acessos.
Em Lisboa fuga de matéria perigosa, Hidrosulfito de Sódio, com várias vítimas que registaram mal-estar e vómitos.
Em Setúbal registou-se um desabameno de terras em Porto Brandão que origiou o colapso de vários edifícios, sem possibilidade de acesso terrestre; a única via de acesso terrestre está bloqueada. Só há acessos via aérea e marítima.
Em Benavente, a Estrada Nacional 118 está cortada
Publicada por ANPC em 11/21/2008 06:48:00 PM
CCON em Funcionamento
EXERCÍCIO - EXERCÍCIO - EXERCÍCIO
Representantes das entidades externas convocadas para integrar o Centro de Coordenação Operacional Nacional (CCON) já se apresentaram na Base Aérea de Sintra. O CCON está em funcionamento.
Publicada por ANPC em 11/21/2008 06:10:00 PM
Instalação dos Postos de Comando Distritais
EXERCÍCIO - EXERCÍCIO - EXERCÍCIO
Posto de Comando Distrital de Setúbal instalado junto às instalações do Comando Distrital de Operações Socorro às 17h:00m
Posto de Comando Distrital de Santarém instalado em Tomar junto às instalações do Comando Distrital de Operações Socorro às 17h:10m
Posto de Comando Distrital de Lisboa instalado no Centro Municipal de Protecção Civil em Mafra às 17h:24m
Publicada por ANPC em 11/21/2008 05:25:00 PM
Accionamento do CCON
EXERCÍCIO - EXERCÍCIO - EXERCÍCIO
Presidente ANPC determina accionamento do Centro de Coordenação Operacional Nacional (CCON) e activa o Plano Especial de Emergência de Risco Sísmico da Área Metropolitana (PEERS-AML).
Publicada por ANPC em 11/21/2008 05:10:00 PM
Registo de danos
EXERCÍCIO - EXERCÍCIO - EXERCÍCIO
Vários danos registados em Alenquer (LIS), Samora Correia (SANT), Porto Brandão, Almada (SET) e ainda na cidade de Lisboa
Publicada por ANPC em 11/21/2008 05:06:00 PM
Quebra de comunicações móveis
EXERCÍCIO - EXERCÍCIO - EXERCÍCIO
Quebra total de comunicações móveis nos três distritos afectados (Lisboa, Santarém e Setúbal).
Publicada por ANPC em 11/21/2008 04:52:00 PM
quinta-feira, 20 de novembro de 2008
Simulacro de Sismo condiciona acessos a estradas e edifícios até domingo
Um simulacro de um sismo organizado pela Protecção Civil, em colaboração com outras autoridades, vai ocorrer em várias zonas dos distritos de Lisboa, Setúbal e Santarém entre a tarde desta sexta-feira, 21 de Novembro, e a manhã de domingo, 23 de Novembro.
O simulacro vai obrigar à evacuação de edifícios emblemáticos da capital como Centro Comercial Colombo, o Hotel Sheraton ou o Banco de Portugal.
Este exercício, denominado PROCIV IV, é realizado com o objectivo de testar as capacidades de reacção das forças de segurança e emergência em caso de sismo, e vai condicionar o acesso de pessoas e viaturas a estradas e a edifícios, bem como às áreas próximas dos mesmos.
Para além da cidade de Lisboa, o exercício vai ter lugar em Alenquer, Vila Franca de Xira e Sintra, do distrito do Lisboa, Benavente, Samora Correia e Porto Alto, do distrito de Santarém, e Almada, Porto Brandão, Seixal e Barreiro, do distrito de Setúbal.
Programa do Simulacro no Distrito de Santarém
20 de Novembro de 2008, 19:27
Dia 21 de Novembro (sexta-feira)
17h35: Corte da Estrada Nacional 118, bloqueando o acesso a Samora Correia.
17h36: Escola Básica de Samora Correia afectada pelo sismo.
Entre as 17h40 e as 22h00: simulações de evacuação em várias habitações na freguesia de Samora Correia, bem como operações de socorro a pessoas soterradas.
17h50: simulação na Fábrica PAVILIS de uma situação de mortos e feridos causada pela derrocada de blocos de cimento.
Dia 22 de Novembro (sábado)
09h05: Desabamento do Viaduto da Estrada Nacional 118 que permite acesso a Benavente.
09h10: Perigo de desabamento dos edifícios da Câmara Municipal e Cineteatro de Benavente. Edifício em risco de queda no largo da Câmara Municipal.
A partir das 09h45 até às 12h00: Operações de socorro a várias vítimas de desabamentos de edifícios e deslocação das vítimas para zonas pré-definidas, em Benavente.
16h00: Simulação de Incêndio em Fábrica da Acrílicos, em Porto Alto.
17h00:Simulação de um incêndio na Junta de Freguesia de Porto Alto.
Dia 23 de Novembro (domingo)
09h55: Acidente com viatura militar, simulada em Porto Alto.
10h00: Acidente com matérias perigosas na fábrica BENCKISER, em Porto Alto.
Nota: O trânsito nas zonas circundantes aos locais das simulações e aos edifícios evacuados estará condicionado.
Principais condicionamentos de trânsito
quarta-feira, 19 de novembro de 2008
Fazendas de Almeirim - Mãe e Filha sofrem acidente Grave
Ao inicio da noite, registou-se um violento acidente no centro da Vila de Fazendas de Almeirim.
No centro da Vila, segundo testemunhos,uma viatura que se encontrava estacionada no passeio, efectuou uma manobra de inversão de marcha, a qual surpreendeu uma mulher de 32anos e a sua filha de 13anos que se deslocavam num motociclo, que foi embater violentamente contra a viatura que efectuou a manobra sem observar a prioridade.
Do embate resultaram ferimentos graves em ambas as vitimas do motociclo, as quais foram socorridas por 2 Ambulâncias de Socorro dos Bombeiros de Almeirim, com 6 tripulantes no local.
As vitimas foram transportadas para o Hospital de Santarém, para avaliação dos ferimentos.
segunda-feira, 17 de novembro de 2008
NÃO HÁ DIRECÇÃO PARA OS BOMBEIROS DE ALMEIRIM
PELA 3ª VEZ,NÃO APARECEU NA AG, NENHUMA LISTA PARA OS CORPOS SOCIAS DA ASSOCIAÇÃO DOS BOMBEIROS VOLUNTÁRIOS DE ALMEIRIM.
UMA COMISSÃO ADMINISTRATIVA COMPOSTA PELA ACTUAL DIRECÇÃO FARÁ A GESTÃO DA ASSOCIAÇÃO ATÉ NOVA SOLUÇÃO.
Condutor de camião que explodiu na A1 tem 90 por cento do corpo queimado

Um camião cisterna que transportava combustível despistou-se na auto-estrada do Norte, cerca das 09h28, entre a Póvoa de Santa Iria e Santa Iria da Azóia. A viatura embateu numa carrinha de reboque que se encontrava parada na berma da estrada, caindo para fora da via e explodindo.
O condutor do ligeiro morreu e o motorista do pesado sofreu queimaduras em 90 por cento do corpo e está internado na unidade de queimados do Hospital de Santa Maria, correndo risco de vida.
Paulo Cardoso, testemunha que seguia atrás do camião, contou a O Mirante o condutor do veículo pesado “atropelou o condutor do rebocador, que seguia na berma da estrada, com colete de emergência. O camião virou para o lado direito, a traseira embateu no outro veículo e ficou a arder”.
O camionista arrastou-se cerca de quatro metros, chamando por socorro e foi auxiliado por pessoas que foram em seu socorro. A vítima, que era bombeiro, estava consciente e deu instruções sobre como o socorrer.
O acidente obrigou ao corte do trânisto nos dois sentidos da A1. A circulação foi normalizada cerca das 11h35 nos dois sentidos.
O MIRANTE
Colisão entre camião cisterna e reboque na A1 causa um morto e um ferido grave

Inácio Rosa, Lusa
As autoridades procuram minimizar eventuais danos ambientais causados pelo combustível derramado
A Auto-estrada do Norte esteve hoje cortada entre Vila Franca de Xira e Lisboa, após um acidente entre um camião cisterna e um veículo de reboque que causou uma vítima mortal e um ferido. A circulação nos dois sentidos da A1 foi retomada ao início da tarde.
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Um camião cisterna carregado com 31 toneladas de combustível para aviões colidiu perto das 9h30 com um veículo de reboque que se encontrava estacionado na berma da A1, junto a Santa Iria da Azóia, no sentido Norte-Sul. Após o embate, o camião despistou-se e saiu da faixa de rodagem.
O camião cisterna, propriedade da empresa de transporte de matérias perigosas TIEL, foi consumido pelas chamas. A colisão provocou a morte do condutor do veículo de reboque e ferimentos graves no condutor do camião, que foi evacuado para a unidade de queimados do Hospital de Santa Maria, em Lisboa.
De acordo com o INEM, o condutor do camião cisterna sofreu queimaduras de terceiro grau em 90 por cento do corpo e apresenta lesões nas vias respiratórias.
A vítima mortal sofreu um traumatismo crânio-encefálico de extrema gravidade.
Acidente obrigou ao corte da A1
A dimensão do acidente obrigou as autoridades a interromperem a circulação durante mais de uma hora em ambos os sentidos da Auto-estrada do Norte.
As operações de assistência mobilizaram 62 operacionais e 21 viaturas de sete corporações de bombeiros, meios da Brigada de Trânsito e dos serviços ambientais da GNR e os serviços municipais da Protecção Civil de Vila Franca de Xira e de Loures. Para o local foram ainda enviadas duas viaturas médicas de emergência do INEM.
Riscos ambientais
Os trabalhos de limpeza do combustível derramado no local do acidente estiveram a cargo de uma unidade especial do Regimento de Sapadores Bombeiros de Lisboa (RSB).
Em declarações à Agência Lusa, o comandante operacional distrital da Autoridade Nacional de Protecção Civil, Elíseo Oliveira, adiantou que o combustível derramado pelo camião entrou no sistema de esgotos.
“Uma unidade especial do RSB de Lisboa, apoiada por outros elementos, está a tentar resolver a situação”, indicava o responsável ao final da manhã.
Os Serviços Municipalizados de Água e Saneamento (SMAS) de Loures contrataram, entretanto, duas viaturas para aspirar o combustível e evitar que a substância entre na rede de águas residuais e acabe por chegar ao rio Tejo.
“Estamos a limpar a partir dos colectores e em todo o lado para evitar que [o combustível] se misture com as águas residuais e crie odores”, afirmou o administrador dos SMAS de Loures João Bréia, citado pela Agência Lusa.
Carlos Santos Neves, RTP
2008-11-17 13:58:30
domingo, 16 de novembro de 2008
3ª ASSEMBLEIA GERAL Eleição Nova Direcção
3ª ASSEMBLEIA GERAL CONSECUTIVA, Para Eleição da nova Direcção dos BVA.






