sexta-feira, 26 de janeiro de 2007

Segurança Infantil


Segurança em casa:

Quarto do Bebé:

Esta é a divisão da casa onde se vão processar as maiores alterações desde o nascimento até à idade adulta, já que as necessidades do seu ocupante vão modificando à medida que ele cresce.

Se no princípio é apenas um local de descanso, de muda de fraldas e roupa, ou até, eventualmente, um local de banho, rapidamente será um sítio de brincadeiras, de estudo e mais tarde, um refúgio onde se recebem os amigos.

Nenhum pormenor deverá ser deixado ao acaso, desde o mobiliário, até à iluminação, passando pelos brinquedos e roupas.

O quarto deverá estar situado longe de escadas, cozinha e casas de banho, dado serem as zonas mais perigosas da casa, mas acessível à vigilância dos adultos.

Se não consegue ouvir o bebé do sítio onde está, opte por colocar um retransmissor de som no quarto dele e outro ao pé de si.

Preferencialmente, o quarto não deveria ficar virado para uma rua movimentada onde esteja exposto a ruídos e mesmo a poluição.

As janelas, não deverão poder abrir-se mais do que 10cm.

A porta deverá conter um travão (disponível no mercado) que a impeça de fechar completamente, a fim de evitar que os dedos da criança fiquem acidentalmente trilhados.

O pavimento deverá ser revestido com materiais laváveis, resistentes, e que isolem do frio.

As tintas das paredes, os vernizes e as colas utilizados neste espaço deverão ser não tóxicos.

É indispensável arejar o quarto, mesmo no Inverno, mas só se deverá proceder a esta operação quando o bebé não estiver a ocupá-lo.

A temperatura do quarto deve ser mantida entre os 15º e os 20º, aproximadamente.
Os sistemas de aquecimento têm o inconveniente de secar demasiado o ar, provocando constipações ou mesmo bronquites, dada a fragilidade das mucosas nasais da criança.
A humidade do ar pode ser mantida recorrendo: a humidificadores, que manterão o ar húmido e quente; a recipientes com água junto às fontes de calor; ou arejando, com frequência, o quarto, mesmo no Inverno.

Cama

É a peça mais importante de todo o mobiliário e a que mais acompanha o crescimento da criança.

As suas medidas variam entre:
Berço ou cama de grades - 0,55m x 1,10m até aos 3 anos;
Cama - 0,60m x 1,50m até aos 10 anos;
Cama - 0,70m x 1,70m até aos 14 anos;
Cama - 0,80m-0,90m x 1,80m-1,90m em idades superiores a 14 anos.

Há pais que optam por uma alcofa para acomodar o recém-nascido, outros que põem o bebé no berço ou cama de grades logo desde o nascimento.

Esta opção, além de ir ao encontro do gosto pessoal, deve obedecer a vários critérios, tais como: a resistência dos materiais, a construção e a segurança.
Se decidir instalar um dossel, verifique se o mecanismo de suporte não constitui perigo para a criança, quer por possuir rebarbas, quer por ser destacável e facilmente ingerido.

Cómoda:

As gavetas da cómoda deverão ter um travão (disponível no mercado) que as impeça de serem abertas pela criança, pois poderão cair em cima dela se esta o tentar fazer, ou servir-lhe de “escada”.

Se decidir utilizar a cómoda como trocador, revista-lhe o tampo com um colchão apropriado que possui os rebordos elevados para proteger o bebé de eventuais quedas.
Nunca desvie a sua atenção do bebé, pois este pode mover-se bruscamente e cair.

Tenha ao alcance do seu braço, tudo o que precisa para mudar a fralda ou a roupa ao bebé.

Os Brinquedos

Os brinquedos constituem, desde cedo, fonte de estimulação do desenvolvimento da criança. As crianças podem brincar com um mesmo brinquedo de maneira diferente sem que isso signifique algo de errado, depende do gosto pessoal das crianças e da sua imaginação.

A sua escolha, não deixando de ter em conta o gosto pessoal dos pais e da criança, deve obedecer a rigorosos critérios: devem adaptar-se à idade e à fase de desenvolvimento em que a criança se encontre e não devem apresentar qualquer risco para a sua segurança.

Varie os brinquedos da criança para que ela não se canse de usar sempre os mesmos. Às vezes, basta arrumá-los em ordem inversa, trazendo para cima os que normalmente ficam no fundo do cesto.

Se ela mostra preferência por algum brinquedo, deixe que esse esteja sempre ao seu alcance.

Pavimento

Madeira

Trata-se de um material que proporciona um óptimo isolamento térmico. Deve-se no entanto atender aos seguintes aspectos:

- é necessário ter cuidado com as lascas, e com o facto de a madeira poder levantar em determinados locais, provocando quedas;

- existem “tratamentos” químicos para madeira que a protegem do caruncho ou da degradação em geral, mas que vários meses após a aplicação continuam a libertar vapores tóxicos. Por isso, deverá dar-se preferência a vernizes e produtos vegetais.
- não devem encerar-se excessivamente para que não provoquem quedas;
- devem preferir-se ceras anti-derrapantes existentes no mercado.

Tijoleira ou Mármore

Trata-se de um pavimento que apesar de ser muito fácil de limpar é muito frio, o que o torna desagradável para a criança que permanece sentada ou ajoelhada enquanto brinca. Para evitar este desconforto, pode recorrer ao uso de carpetes ou tapetes.
De atender ainda que a colocação deverá ser cuidada para que não fiquem desníveis entre os ladrilhos, o que poderia provocar quedas.

Alcatifa

Se optar por este material deve atender ao seguinte:

- deverá ser anti-inflamável – classe I de protecção ao fogo;
- deverá ser confeccionada em pura lã,o que lhe conferirá suavidade, resistência,
isolamento térmico e facilidade de limpeza;
- se optar por uma confecção à base de poliamida e fibras acrílicas, misturadas ou não com lã, deve aconselhar-se com um especialista que lhe dirá qual a mais indicada para o quarto da criança;
- se não for de lã, a alcatifa deverá levar um tratamento contra acumulação de electricidade estática;
- são de evitar materiais baratos que se desgastam muito rapidamente e que são difíceis de limpar;
- uma boa colocação da alcatifa impedirá ondulações e dobras perigosas;
- as colas utilizadas na colocação das alcatifas possuem substâncias que libertam vapores tóxicos;
- a limpeza deve ser feita utilizando um aspirador para o pó, preferindo os que contêm filtros que impedem as poeiras de voltar para o exterior, e uma máquina a vapor para as lavar frequentemente, eliminando sujidade e microorganismos que se alojam no pêlo e que poderão causar infecções respiratórias.

Vinil
Este material está disponível em manta ou ladrilhos e apresenta as seguintes características:

- é fácil de limpar;
- possui um bom isolamento térmico, principalmente os que têm pêlo no forro;
- é uma boa alternativa à alcatifa;
- a colocação deverá ficar a cargo de um bom especialista.

Iluminação

Todos os candeeiros colocados nesta divisão deverão ser inquebráveis.
Evite os candeeiros de pé – as crianças podem tentar apoiar-se neles fazendo-os cair, provocando traumatismos ou mesmo choques eléctricos.

O candeeiro de tecto, que produz uma luz mais forte e abrangente, poderá ser regulado com um reóstato colocado no interruptor, controlando, facilmente, a intensidade da luz.

Para iluminar as gavetas da cómoda, poderá colocar sobre esta um candeeiro de mesa.
Na mesa de cabeceira, caso se opte por esta peça de mobiliário, não deverá ser colocado nenhum candeeiro, pois pode cair, magoando a criança. É preferível optar por uma lâmpada de luz suave, colocada na parede perto da cabeceira da cama.

Para ter uma luz ligada toda a noite no quarto da criança, opte por uma luz de vigília de que o mercado dispõe e que é colocada na tomada, ou por um candeeiro com uma lâmpada de baixa voltagem.

Nunca tente reduzir a intensidade da luz de um candeeiro tapando-o com um pano ou lenço, pois poderia causar um incêndio.

Tomadas

De preferência devem ficar “escondidas” atrás de móveis pesados.
Aquelas que ficarem ao alcance das crianças deverão ser neutralizadas com “protectores de tomadas” à venda no mercado.

Nunca deixe fios soltos pelo chão, pois além de provocar a queda das crianças que neles tropeçam, podem arrastar consigo electrodomésticos, por exemplo, que causem acidentes mais graves. Estes fios deverão ser fixos desde a tomada até ao aparelho.


A Segurança começa em nós...

Post por Pedro Catrola

quinta-feira, 25 de janeiro de 2007

Prevenir e Alertar mas sem exageros...

Uma das bases da informação prestada aos nossos cidadãos ,é que a Protecção Civil começa em cada um de nós, mas convêm não entrarmos em exageros...

No passado dia 23 cerca das 18h45,foram activados meios dos BVA, para a Zona Norte junto ao Campo de Ténis, a fim de procederem á extinção de um foco de incêndio em alguns troncos de madeira(segundo a discrição do telefonema de alerta).Chegados ao local e sem detectar qualquer sinal do foco de incêndio os meios dos BVA solicitaram via rádio,que se realiza-se novo contacto ,com o cidadão que havia efectuado o alerta para melhor identificação do local, enquanto patrulhavam a zona até ao parque de manutenção verificarando se a indicação estaria incorrecta.Mas contactados pela central,voltaram ao local indicado,onde os aguardava o cidadão que havia dado o alerta,(Um jovem preocupado e consciente dos seus deveres de cidadão),que indicou á guarnição o foco a extinguir...



Prevenir e Alertar é o dever de todo e qualquer cidadão, no entanto devemos ter em conta a gravidade das situações,e até que ponto é necessária a intervenção de certos meios...

Neste caso uma simples dispersão do braseiro deveria ser o suficiente..



Prevenção e Alerta sempre ,mas sem exageros...

quarta-feira, 24 de janeiro de 2007

Secção Desportiva Recreativa e Cultural dos Bombeiros Voluntários de Almeirim

PLANO DE ACTIVIDADES 2007

17 de Fevereiro de 2007
Convivio de Pesca inter-bombeiros na barragem dos Patudos Alpiarça.

18 de Março de 2007
Prova de orientação pedestre aberto a toda a população e clubes

15 de abril de 2007
Passeio de BTT aberto a toda a população e clubes




18 de novembro de 2007
Passeio de todo-o-terreno aberto a toda a população

2 de dezembro de 2007
Torneio de Futsal com 4 equipas a convidar inter-bombeiros

INSCRIÇÕES:Quartel BVA ou 243592122

A secção Desportiva recreativa e cultural dos Bombeiros Voluntários de Almeirim agradece a sua presença, posteriormente daremos noticias do primeiro evento, obrigado

Bruno Verissimo

terça-feira, 23 de janeiro de 2007

SNBPC - Alerta


Portugal Continental será desde esta segunda-feira condicionado por uma massa de ar frio polar, que se irá instalar sobre o território, permanecendo durante a semana.

PROTEJA-SE DO FRIO - siga os conselhos da Protecção Civil 2007-01-22

De acordo com informações do IM, o território de Portugal Continental está a ser afectado pela passagem de uma frente fria, que irá provocar nos próximos dias uma descida acentuada da temperatura em especial da mínima; aguaceiros que serão de neve nas terras altas e formação de gelo ou geada em especial no Interior.


Apesar de se tratar de uma situação habitual para a época, as temperaturas mínimas conjugadas com o vento moderado a forte no litoral e nas terras altas, poderão provocar a sensação de um aumento do desconforto térmico nas populações afectadas.
Poderá ocorrer a formação de gelo ou geada nas estradas.

Incêndios urbanos e efeitos na saúde em pessoas mais vulneráveis (crianças, idosos, doentes do foro cardio-respiratório, indivíduos «sem-abrigo» e habitantes de edifícios com isolamento deficiente) são as consequências mais comuns.

Assim a Protecção Civil alerta para os potenciais perigos e para as seguintes medidas de prevenção e autoprotecção:

- O consumo excessivo de electricidade pode sobrecarregar a rede originando falhas locais de energia. Procure poupar energia, desligando os aparelhos eléctricos que não sejam necessários. Tenha à mão uma lanterna e pilhas, para o caso de faltar a luz;

- Tenha cuidado com as lareiras, braseiras e aquecedores a gás devido ao risco de acidentes domésticos. Em lugares fechados sem renovação de ar, a combustão pode originar a produção de monóxido de carbono, um gás letal, assim como queimaduras, choques ou incêndios domésticos. Para evitar a acumulação deste gás venenoso abra uma janela para renovação do ar;

- Tome também cuidado com os aquecedores eléctricos. Não os utilize para secar a roupa;

- Se tiver que sair de casa, proteja a cabeça, utilizando um chapéu ou gorro e nas mãos use luvas. Mantenha as roupas secas, evitando perdas de calor;

- Use várias camadas de roupa em vez de uma única peça de tecido grosso. Evite as roupas muito justas ou as que o façam transpirar;

- Se for passear ou fazer caminhadas na montanha, informe as Forças de Segurança do seu trajecto;

- Assuma uma condução defensiva sempre que estiver na estrada;

- Se suspeitar que você ou alguém que o rodeia está com hipotermia ligue imediatamente para o 112;

- Procure estar atento aos avisos e recomendações das autoridades competentes.

Colabore. A PROTECÇÃO CIVIL COMEÇA EM SI.

quarta-feira, 17 de janeiro de 2007

Convocatória Assembleia Geral

ASSOCIAÇÃO DOS BOMBEIROS VOLUNTÁRIOS DE ALMEIRIM



Convoca-se a Assembleia Geral da Associação Humanitária dos Bombeiros Voluntários de Almeirim para as 21h00 do dia 30 de Janeiro de 2007,terça-feira com a seguinte Ordem de Trabalhos:

1. Doação de Património

2. Plano e Orçamento

3. Outros Assuntos

Obs.: Se não houver a presença de Sócios em número suficiente,a Assembleia funcionará 30 minutos depois com qualquer número de sócios.

Almeirim,8 de Janeiro de 2007

O Presidente da Assembleia Geral,
José Joaquim Gameiro de Sousa Gomes

terça-feira, 16 de janeiro de 2007

Em caso de doença súbita ou acidente ligue 112.



Em caso de doença súbita ou acidente ligue 112.

A chamada é gratuita e está acessível de qualquer ponto do país a qualquer hora do dia. O 112 é o Número Europeu de Emergência, sendo comum, para além da saúde, a outras situações, tais como incêndios, assaltos, etc.; A chamada será atendida por um operador da Central de Emergência, que enviará os meios de socorro apropriados. Em determinado tipo de situações a chamada poderá ser transferida para o Centro de Orientação de Doentes Urgentes (CODU) do INEM.




A sua colaboração é fundamental:

Faculte toda a informação que lhe for solicitada, para permitir um rápido e eficaz socorro às vítimas. Informe, de forma simples e clara:

O tipo de situação (doença, acidente, parto, etc.);
O número de telefone do qual está a ligar;
A localização exacta e, sempre que possível, com indicação pontos de referência;
O número, o sexo e a idade aparente das pessoas a necessitar de socorro;
As queixas principais e as alterações que observa;
A existência de qualquer situação que exija outros meios para o local, por exemplo, libertação de gases, perigo de incêndio, etc.

Depois de feita a triagem da situação

Os operadores das centrais 112 indicam-lhe a melhor forma de proceder, enviando – se necessário – os meios de socorro adequados. Lembre-se que as ambulâncias do INEM deverão ser apenas utilizadas em situação de risco de vida eminente. No caso de não ser necessário enviar uma ambulância do INEM são dadas todas as informações sobre a melhor forma de ser transportado para as unidades de saúde adequadas.

Desligue o telefone apenas quando o operador indicar.

Duvidas que ainda persistem!!


O que é o INEM?

O Instituto Nacional de Emergência Médica - INEM - é o organismo do Ministério da Saúde ao qual cabe assegurar o funcionamento, no território de Portugal Continental, de um sistema integrado de emergência médica, de forma a garantir aos sinistrados ou vítimas de doença súbita a pronta e correcta prestação de cuidados de saúde.
A prestação de socorros no local da ocorrência, o transporte assistido das vítimas para o hospital adequado e a articulação entre os vários estabelecimentos hospitalares, são as principais tarefas do INEM. O INEM, através do número nacional de socorro – 112, dispõe de vários meios para responder com eficácia, a qualquer hora, a situações de emergência médica.

O que é o CODU?

O Centro de Orientação de Doentes Urgentes (CODU) é o elo da cadeia de socorro para onde são encaminhados os pedidos recebidos através do Número Nacional de Socorro - 112 - na área da emergência médica. O seu funcionamento é assegurado em permanência por médicos e operadores de central com formação específica para efectuar o atendimento, triagem, aconselhamento de pré-socorro e selecção e accionamento dos meios de socorro mais adequados a cada ocorrência, preparando a recepção hospitalar dos doentes. Tem à sua disposição a coordenação de diversos meios de comunicação e de actuação no terreno, com sejam as Ambulâncias INEM, as Ambulâncias CODU, as VMER, as Viaturas de Intervenção em Catástrofe (VIC) e os Helicópteros de Emergência Médica. Através da criteriosa utilização dos meios de telecomunicações ao seu dispor tem capacidade para accionar os diferentes meios de socorro, apoiá-los aquando da sua prestação no terreno e, de acordo com as informações clínicas recebidas das equipas no terreno, seleccionar e preparar a recepção hospitalar dos diferentes doentes.

O que é uma VMER?




A Viatura Médica de Emergência e Reanimação é um veículo de intervenção pré-hospitalar, destinado ao transporte rápido de uma equipa médica directamente ao local onde se encontra o doente. Com uma equipa constituída por um médico e enfermeiro ou tripulante de ambulância de socorro, dispõe de equipamento para o Suporte Avançado de Vida em situações do foro médico ou traumatológico. Actuando na dependência directa dos CODU, as VMER têm base hospitalar, funcionando como uma extensão do Serviço de Urgência à comunidade. Têm como principal objectivo a estabilização pré-hospitalar e o acompanhamento médico durante o transporte de vítimas de acidente ou doença súbita em situações de emergência.

O que devo fazer numa situação de emergência?


Que número de telefone devo usar?

Deve de imediato alertar os serviços competentes, o que em Portugal, à semelhança dos países da UE, é feito através do número 112. Esta chamada é gratuita.

Que informação devo dar à pessoa que atende o telefone de emergência?


Deve informar, de forma simples e clara:


O tipo de situação (doença, acidente, parto, etc.);
O número de telefone do qual está a ligar;
A localização exacta e, sempre que possível, pontos de referência;
A gravidade aparente da situação;
O número, o sexo e a idade aparente das pessoas a necessitar de socorro;

As queixas principais e as alterações que observa;

A existência de qualquer situação que exija outros meios para o local, por exemplo, libertação de gases, perigo de incêndio, etc.

Desligue o telefone apenas quando o operador indicar.



É importante lembrar que o 112 é o Número Europeu de Emergência, sendo comum, para além da saúde, a outras situações, tais como incêndios, assaltos, etc.; A chamada será atendida por um operador da Central de Emergência, que enviará os meios de socorro apropriados. Em determinado tipo de situações poderá transferir a chamada para o Centro de Orientação de Doentes Urgentes (CODU) do INEM.


Se não for uma emergência, o técnico que atende o telefone dá indicações sobre o que deve fazer?

O Centro de Orientação de Doentes Urgentes (CODU) indica sempre o que deve ser feito, de acordo com o tipo de situação.
Quando há intoxicação ou envenenamento, o que devo fazer?

Em caso de envenenamento ou intoxicação, telefone para o Centro de Informação Anti-Venenos (CIAV) do INEM: 808 250 143. Este serviço funciona 24 horas por dia. Para cada situação será informado sobre as medidas que deverá tomar. Procure ter informação que possa ajudar o CIAV a identificar a situação: produto, quantidade usada, hora provável do uso.

Mais Informações disponiveis em www.Inem.pt

segunda-feira, 15 de janeiro de 2007

Nova Dinâmica Directiva dos BVA


A renovada dinâmica e mentalidade demonstrada pelos Directores dos BVA,está a deixar indicadores muito positivos,para o futuro próximo desta Instituição.

O empenho visivel de todos os Directores em todas as actividades,(Organização de actividades de angariação de fundos,sócios,fados, sorteios, festas da cidade e a sua proximidade,junto do Corpo activo,vivendo os momentos do seu dia a dia,e verificando as dificuldades encontradas no desempenho das suas missões,torna esta proximidade fundamental para ultrapassar os obstáculos de uma estrutura que não pode, nem deve sobreviver, apenas como uma estrura apenas voluntária.A profissionalização dos meios minimos necessários é o caminho que já está a ser implementado dentro das limitações naturais.


O esforço financeiro que está a ser feito, para dotar cada Bombeiro com fardamento e equipamentos de protecção individual é um sinal evidente que o trabalho o trabalho diário efectuado pelo Corpo activo,está a ser reconhecido.

Sente-se o apoio dos mais variados sectores da nossa Sociedade e a vontade da População do Concelho em apoiar os BVA.

O Investimento que a Autarquia está a disponibilizar para os mais variados fins,é sinal claro da mudança de atitude em relação aos BVA.

Um Comando Jovem e Empenhado e uma Direção presente,é a receita para uma boa gestão de recursos.

A abertura dos Bombeiros Voluntáriosde Almeirim á sua população, abrindo as suas portas a várias instituições tais como Escolas,Pré escolase,Lares de idosos com(exercicios e demonstrações).Realizando simulacros junto da população, sempre que possivel, abriu uma nova mentalidade e respeito pelos BVA.


A mobilização junto dos mais jovens, para se alistarem nas novas recrutas, para ingresso no corpo activo dos BVA,denota a preocupação no futuro da Corporação e no seu nivel de formação.

Extinto C.C.O Almeirim - Sector Operacional Santarém - Ribeirinho - Convertido em Centro de Formação dos Bombeiros Voluntários de Almeirim


O Extinto (C.C.O Almeirim - Sector Operacional Santarém - Ribeirinho- de 1995 a 2003)Actualmente a funcionar em Tomar, tendo saido de Almeirim para supostamente ser instalado na Capital de Distrito em Santarém.

Concluido em 1995 / Inaugurado em 1997/ Funcionou desde a sua conclusão até 2003,estando simplesmente desactivado até ao passado dia 6 Outubro de 2006.

A actual Direcção dos BVA,tendo terminado o contrato,que ligava este edificio á Protecção Civil do Distrito,decidiu converter este novo espaço num Centro de Formação dos Bombeiros Voluntários de Almeirim.

Uma excelente opcção e uma mais valia para a Corporação.

Este espaço foi re-inaugurado e colocado ao dispor do Comando,desde 6 Outubro de 2006.

Actualmente o corpo activo dos BVA utiliza esta estrutura ,nas suas instruções teóricas,sendo um atractivo a nivel de condições,para os cerca de 20 novos recrutas(cadetes),que iniciaram no inicio do ano a sua 1ªrecruta.

Um pouco da Historia deste edificio propriedade dos BVA.




































Emergências Pediátricas

Traumatologia-A Emergência em Pediatria. Introdução
Particularidades anatómicas e fisiológicas na criança


1. Tamanho e Superfície corporal
Maior incidência de lesões múltiplas e graves na população pediátrica
Risco de hipotermia

2. Esqueleto
Lesões internas podem co-existir sem fracturas. Se fracturas: cinemática do trauma sugere lesões internas múltiplas e com gravidade

3. Aspectospsicológicos e efeitos a longo prazo.

“ Evidência recente sugere que até cerca de 60% das crianças que sofrem trauma grave multi-sistémico têm alterações de personalidade um ano após alta hospitalar, e 50% apresenta disfunção cognitiva e física.”

Avaliação A,B,C,D e E:

A: Abertura da via aérea


B: Ventilação




Fragilidade das vias aéreas
Elevado metabolismo e consumo de O2:
RISCO DE HIPOXÉMIA





C: Circulação


Débito Cardíaco (DC) dependente sobretudo da Frequência Cardíaca (FC)
Estimativa TASistólica (mmHg)
RN: 35 – 70
Lactente: 60 – 80
1A: ( 2 x Idade ) + 80
















Braçadeira tamanho adequado!!!











Escala de Coma de Glasgow modificada para
idades inferiores a 3 anos.



Aumento significativo do numero de serviços


Desde o início do ano tem-se verificado um aumento significativo do numero de serviços a que os bombeiros ocorrem.

Sendo que a maioria destes são serviços de rotina, destacando-se as Consultas, as Fisioterapias e os serviços de “longo curso”.

Como já foi referencia neste Blog verifica-se também o aumento do número de saídas das equipas de emergência, estas funcionam em turnos de 8 horas durante as 24 horas do dia e são constituídas por dois elementos, o que em certos casos pontuais se torna insuficiente sendo necessário a “intervenção” dos voluntários.

O aumento do volume de serviço ocorre disperso em todos os dias da semana e ao longo de todas as 24 horas que o dia dispõe.

Se antigamente se podia dizer que os fins-de-semana e as noites eram relativamente calmas, agora isso já não se verifica.

Deste o início do ano e até ao dia 15/01/2007 foram feitos cerca de 350 serviços, desde incêndios, aberturas de porta, acidentes, quedas, doenças súbitas, transferências inter-hospitalares, e fisioterapias.

Só as equipas de emergência durante os primeiros 15 dias de Janeiro realizaram 65 saídas

Enviado por PC

Medidas de Auto protecção


Medidas de Auto protecção

As vagas de frio podem estar associadas a outros fenómenos meteorológicos, como a queda de neve, ventos fortes ou a formação de gelo.Tenha isto em atenção ao proteger-se!

Antes da Chegada do Inverno

•Procure estar atento às informações meteorológicas. Uma descida brusca de temperatura pode ser um indício de uma vaga de frio, obrigando à adopção de medidas de autoprotecção.

•Previna-se com roupa quente e calçado adequado.

•Verifique se as portas e janelas têm pontos por onde o ar frio possa entrar para dentro de casa. Vede esses espaços, fazendo um bom isolamento da habitação.

Se vive numa zona propensa a ficar isolada pela neve:

o Prepare um estojo de emergência contendo um rádio e lanterna a pilhas, agasalhos, material de primeiros socorros, pilhas de reserva e medicamentos essenciais.

o Tenha sempre em casa uma reserva de água potável e de alimentos ricos em calorias (chocolates e frutos secos, por exemplo), suficientes para dois ou três dias.

o Tenha também uma botija de gás suplente e faça uma pequena reserva de produtos de higiene pessoal.

Durante uma Vaga de Frio

•Mantenha-se atento aos noticiários da Meteorologia e às indicações da Protecção Civil transmitidas pelos órgãos de comunicação social.

•Procure manter-se em casa ou em locais quentes.

•Use várias camadas de roupa em vez de uma única peça de tecido grosso. Evite as roupas muito justas ou as que o façam transpirar.

•O ar frio não é bom para a circulação sanguínea. Evite as actividades físicas intensas que obrigam o coração a um maior esforço e podem até conduzir a um ataque cardíaco.

•Se suspeitar que você ou alguém que o rodeia está com hipotermia ligue imediatamente para o 112.

•O consumo excessivo de electricidade pode sobrecarregar a rede originando falhas locais de energia. Procure poupar energia, desligando os aparelhos eléctricos que não sejam necessários. Tenha à mão lanterna e pilhas, para o caso de faltar a luz.

•Tenha cuidado com as lareiras. Em lugares fechados sem renovação de ar, a combustão pode originar a produção de monóxido de carbono, um gás letal.

•Seja também cuidadoso com os aquecedores devido ao risco de acidentes domésticos.
Se vive numa zona propensa a ficar isolada pela neve:
o Doseie os alimentos, a água e outros utensílios essenciais para um possível isolamento.
o Conserve a calma e transmita-a aos que o rodeiam. Procure ter uma atitude prática perante os acontecimentos.
o Use o telefone só para chamadas de emergência.
Se Tiver de Sair de Casa

•Evite uma exposição excessiva ao frio. Saia de casa apenas se tal for estritamente necessário.

•O perigo extremo ocorre quanto há vento forte. A situação de desconforto térmico aumenta e sente-se mais frio. Não saia de casa nessas alturas.

•Se vai ter necessidade de passar muito tempo no exterior da casa, use várias peças de roupa, em vez de uma única peça de tecido grosso. Use um chapéu ou gorro para proteger a cabeça.

•Proteja o rosto. Evite a entrada de ar extremamente frio nos pulmões.

•Mantenha as roupas secas. Mude meias molhadas ou outras peças que possam contribuir para a perda de calor.

•Evite caminhar em zonas com gelo ou neve, para evitar o risco de quedas que podem produzir graves lesões.

•Os idosos, crianças e pessoas com dificuldades de locomoção não devem sair de casa.

Se Viajar de Automóvel
•Evite deslocações desnecessárias. Suspenda excursões ou passeios na montanha ou em zonas propensas a quedas de neve e descidas significativas de temperatura.

•Sempre que possível utilize os transportes públicos. Se, no entanto, tiver necessidade de utilizar a sua viatura, procure levar consigo um rádio, lanterna, roupa quente e um cobertor. Leve também alimentos ricos em calorias e não se esqueça do telemóvel, se o tiver.

•Evite viajar sozinho no automóvel. Caso tal não seja possível, assegure-se de que alguém conhece a sua rota de viagem e sabe as estradas que vai utilizar.

•Antes de iniciar viagem, Faça uma revisão rápida do nível de gasolina, luzes e travões. Coloque um líquido anticongelante no radiador. Leve correntes para a neve, se for caso disso.

•Informe-se junto das autoridades dos riscos que vai enfrentar no seu trajecto. Procure conhecer locais de refúgio (povoações, hotéis, estalagens).

•Viaje de dia e mantenha o rádio ligado para ouvir as informações meteorológicas ou de trânsito. Se a estrada não oferecer condições de segurança volte para trás.

•Se existir neve na estrada, coloque correntes nos pneus. Conduza cuidadosamente. Mantenha a velocidade reduzida e não faça movimentos bruscos com o automóvel.

•Resista à tentação de poupar tempo guiando mais depressa do que as condições meteorológicas e do piso o permitem.

•Procure avançar em cima de neve mais recente, evitando sempre as zonas com gelo na estrada (normalmente, as placas de gelo formam-se nos locais mais sombrios).

•Se for surpreendido por um temporal durante a viagem e estiver longe de uma povoação, deve manter a calma e permanecer dentro da viatura. O automóvel servirá de barreira ao vento e os pneus actuarão como isolante, em caso de trovoada. Tente colocar um pano colorido na antena para chamar a atenção.

•Ligue o motor cerca de dez minutos em cada hora. Abra uma fresta na janela que se encontra do lado oposto ao vento para deixar renovar o ar e evitar o envenenamento por monóxido de carbono.

•Mantenha o tubo de escape limpo de neve. Não deixe que o fumo chegue ao interior da viatura, pois poderá ficar intoxicado.

•Faça pequenos exercícios com os braços, pernas e dedos para manter a circulação sanguínea. Não adormeça.

•Procure estar atento às indicações difundidas pela Protecção Civil na rádio.

in www.snbpc.pt

Informações que vale a pena relembrar...

Informações úteis:

Relativamente à gripe, e no sentido de ajudar a distinguir esta doença da constipação, refere-se, de seguida, quais as suas principais características e medidas preventivas.

GRIPE

O que é a gripe?É uma doença respiratória aguda, causada pelo vírus da gripe.

Quais os sintomas da gripe, no adulto e nas crianças?

No adulto, a gripe manifesta-se por início súbito de mal-estar geral e falta de forças, febre alta (verificada por termómetro), dores musculares e articulares, tosse, arrepios e dores de cabeça. Pode também ocorrer inflamação dos olhos.
Nas crianças, a gripe manifesta-se consoante o grupo etário: prostração em 50% das crianças com idade inferior a 4 anos e só 10% no grupo etário dos 5 aos 14 anos. Os sintomas gastrointestinais (náuseas, vómitos, diarreia e dor abdominal) são frequentes e ocorrem em mais de 40% dos casos e a febre tende a ser mais elevada. A otite média pode ser uma complicação frequente no grupo etário do 1 aos 3 anos.

Quando é que a gripe ocorre?
A gripe ocorre, mais frequentemente, nos meses de Inverno e, habitualmente, o pico surge no hemisfério Norte, incluindo Portugal, entre Dezembro e Fevereiro. Só atinge o hemisfério Sul meio ano mais tarde, na época fria local. Admite-se a existência de casos esporádicos de gripe ao longo de todo o ano. Os casos de gripe que aparecem isolados fora do Inverno passam habitualmente sem diagnóstico sendo rotulados de “síndromas gripais”.

Como se transmite?
Transmite-se por partículas da saliva de uma pessoa infectada, expelidas sobretudo através da respiração, da fala, da tosse e dos espirros.

Quais as medidas preventivas gerais de higiene e de etiqueta respiratória?
- Lavar frequentemente as mãos com água e sabão. Caso não seja possível, utilizar toalhetes;
- Utilizar lenços de papel de utilização única;
- Ao espirrar ou tossir proteger a boca com um lenço de papel ou com o antebraço: não utilizar as mãos;
- Evitar aglomerações ou espaços fechados;
- Arejar as habitações e locais de trabalho;
- Beber líquidos e alimentar-se convenientemente;
- Evitar que o doente mantenha contacto próximo e frequente com outras pessoas.

Em caso de gripe ou constipação, como proceder?
Para adultos, ligue para a Linha Saúde Pública – 808 211 311Para crianças, ligue para a Linha Saúde 24 – 808 24 24 00

in www.dgs.pt
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Isto Acontece em ALMEIRIM...

Localização: Rua Dionisio Saraiva/Cruzamento/Rua Bernardo Gonçalves

Hora: 02h00





domingo, 14 de janeiro de 2007



Há circunstâncias na vida em que a dignidade humana pode exigir grandes sacrifícios, isto é, heroísmo. Ninguém tem autoridade moral para exigir de outro um comportamento heróico. Cada um de nós tem essa obrigação, não porque outros lho peçam ou censurem se o não fizer, mas porque as próprias coisas lho pedem; pede-o sobretudo a dignidade humana.

A história de todas as culturas está cheia de gestos exemplares deste tipo, fora do "normal estatístico". Mas estas escolhas podem surgir na vida de todos os homens, em circunstâncias "normais".

(Juan Luis Lorda)

Carro capotou com bébé a bordo




A Rua 24 de Junho foi o cenário para mais um acidente grave, onde o desrespeito pela sinalização e o excesso de velocidade voltaram a estar na origem do sinistro. O ligeiro que circulava na-quela rua em direcção ao centro de Fazendas de Almeirim foi embater num outro que não terá respeitado o sinal de Stop no cruzamento com a Rua Santo Condestável, provocando o capotamento com um casal e um bebé de dois meses a bordo. Apesar do aparatoso aciden-te, o casal e o bebé, que foram transportados ao Hospital de Santarém, ficaram feridos sem gravidade. Este é mais um acidente grave naquela rua, que vem provar que a sinalização vertical não chega para evitar colisões. Lombas ou controladores de velocidade podem ser a solução

1/12/2007 " In O Almeirinense " / www.almeirinense.com